Você precisa estar logado para poder ver este conteúdo
SIM, SENHOR GÊMEO.
Outro dia, eu conversava com uma menina de nome fácil de pronunciar, mas cuja...
Você precisa estar logado para poder ver o resto deste conteúdo
SIM, SENHOR GÊMEO.
Outro dia, eu conversava com uma menina de nome fácil de pronunciar, mas cuja grafia era necessário perguntar. Ademais, ela disse-me que essa seria uma pergunta que a aborreceria se realizada caso já a conhecesse há mais tempo. Seu nome era daqueles que podem começar com "C" ou "K", ter no meio um "I" ou "Y" e variar a quantidade de "L" na última sílaba, de acordo com a vontade da mãe e do pai.
Eu, que considero meu nome igualmente fácil de prenunciar e também testemunho erros de grafia até por parte de quem me conhece desde o nascimento, disse-lhe que isso não me abalava. Acostumei-me a ser confundido e a dividir as atenções com alguém muito parecido desde que me entendo por gente.
Hoje, contratando em comum com meu irmão algumas garotas de programa, acontece bastante de, numa primeira vez, elas me receberem — ou receberem a ele — achando que é um cliente que está retornando: "Caramba, não sabia que era você. Trocou de número?", "Meu amor, que saudade!" e "Eu sabia que você ia voltar..." são algumas das frases que costumo ouvir antes que dê tempo de explicar e convencer a menina de que sou outra pessoa.
Inclusive eu — que não sou grande fisionomista —, quando fui me encontrar com a Viviane, após ouvir maravilhas sobre o atendimento dela pela boca desse irmão/confrade, comentei que seu rosto me parecia familiar. A mesma impressão — no caso dela, uma certeza — de já ter visto a pessoa antes na vida nos acometeu. Nela, com "razão", e em mim, por mistério.
Teria ela também uma irmã gêmea ou muito parecida? Ou realmente diz a verdade o oftalmologista quanto à validade do meu exame de vista?
************************************************
As fotos interessantes e os detalhes do seu atendimento nos relatos, junto ao valor cobrado sem as desanimadoras taxas, fizeram-na se tornar uma das minhas prioridades. Vivi foi içada ao topo da lista naturalmente. A marcação foi de repente, num dia em que eu nem planejava ir ao Centro, mas que por sorte deu certo. Avisei sobre a intenção do horário e que poderia atrasar uns 10 minutos, e foi exatamente assim que aconteceu.
Adentro o seu apartamento e sou recebido por uma graça de menina, de jaleco e lingerie. Tímida, sem deixar de ser sorridente e carismática e, sobretudo, de alma leve. Sem pressa, sem script, deixando-me à vontade para decidir como e quando começar. Após uns minutos de conversa, pedi a toalha e fui fazer a higiene.
No retorno ao quarto, a dama já estava totalmente nua na cama, fazendo minha boca salivar. Corpo magro, seios bonitos, medidas bem proporcionais e um sorriso sacana de quem gosta da coisa. Qualquer segundo a mais longe daquela boca seria perda de tempo. E o beijo da Vivi é quente e envolvente. A língua livre, ocupando mais a minha boca do que a dela, elevava a temperatura. Vejo sua mão boba me masturbando e decido não ficar restrito apenas aos lábios. Passeio pelos relevos cheirosos e bem cuidados da moça, beijando e chupando pescoço, ombros, seios, braços e barriga antes de provar seu sexo.
Fico ali na cara do gol, admirando por alguns segundos o quão pequeninos são a xereca e o cuzinho dela, antes de iniciar os trabalhos linguais e digitais. Higiene impecável. Chupei a buceta e lambi o anel primeiro, a fim de preparar os terrenos para introduzir meus dedos. Em dado momento, ocupei a porta da frente e a de trás ao mesmo tempo, com o tesão em Vivi e de Vivi aumentando. Sentia o aperto e o pulsar dos dois orifícios, fazendo-me perguntar se estava incomodando, e a resposta era que não.
Mesmo assim, deixei um pouco de lado a brincadeira no cu e decidi me dedicar totalmente aos trabalhos na ppk. Voltei a chupar muito a sua xota, e a moça aproveitou para pegar um vibrador que a auxiliou a chegar lá. Fiz questão de sorver e molhar um dos meus dedos no fluído para que ela o chupasse e provasse também.
Já cheio de tesão e satisfeito pela entrega dela até ali, como o sexo anal estava incluso no programa, digo que queria começar pelo precioso, mesmo que meio descrente de que aquele cu tão visivelmente apertado fosse suportar. A gostosa diz que tudo bem, mas que só iria conseguir atender ao meu desejo na posição D4. Eu, que queria começar penetrando de frente, entendi os termos e nem perguntei o porquê ou reclamei. A gata fora, desde o primeiro minuto, o retrato da devoção e da disponibilidade e não havia motivo naquele momento para duvidar da sua palavra.
E fiz bem em acreditar. Ela, disponível e totalmente submissa nos quatro apoios, dona daquelas belas costas com a marquinha em dia, já vale o ingresso. Entrei com alguma dificuldade, mas, depois de acomodado, o que se viu foi uma menina que não afrouxa e pede intensidade. Nos momentos de cansaço, enquanto eu aproveitava para beijar as suas costas, ela ficava jogando a bunda para trás, pedindo mais. Como não gozei ali é um verdadeiro enigma. Uma ereção se manifesta só de lembrar aquela cena. Fiquei sem fôlego e fui obrigado a desacoplar.
Retiro o preservativo, voltamos aos beijos e carícias, e não tardou para eu querer entrar em Vivi de novo, dessa vez na xaninha. Começamos na posição de papai e mamãe, que evoluiu facilmente para um frango assado, sempre com maravilhosas pausas para beijos sem precisar sair de dentro. Beijava-lhe também os pés e a canela, pois, além do conforto para alcançar qualquer parte de seu corpo mignon, havia um desejo total de sua geografia.
Uma coisa legal nela é que não se acanha em sentir prazer: se toca, instrui, faz pedidos... Decidimos trocar de posição e pude ver sua bela disposição e talento para cavalgar. Apertada, finalizou-me deliciosamente na cavalgada invertida, onde precisei avisá-la que já havia gozado, tamanha a sua sede em sentar.
Feita a higiene, olho o relógio e vejo que o tempo voou. Tínhamos menos de 20 minutos, e desafiei-a a ressuscitar quem estava morto. Deitei com as costas na cama e ela veio por cima, primeiro me beijando e depois lambendo meus mamilos do jeitinho que eu gosto. Já ganhando meia vida, perguntei se podia finalizar na boca dela e recebi um "sim" como resposta.
A puta mamava com boquinha de veludo, enfiando todo o pau na boca — que não é muita coisa — em um boquete sem defeitos. Lembrando-me de uma experiência anterior com outra profissional, solicitei que apalpasse os testículos, e aquilo ficou ainda melhor. Na sequência, sob meu pedido, trabalhou com a língua no períneo e me levou à finalização aplicando um beijo grego que alternava com um passar de dedo na superfície do meu ânus.
Gozei sem tabu na boca dela, que foi correndo descartar. Como não pingou nenhum material genético fora, o uso de lenços umedecidos já foi eficaz para a minha limpeza e, consequentemente, arrumação para a despedida. Enquanto me preparava, confessei que uma hora com ela era pouco e aproveitei para sondar seu preço e sua disponibilidade para outros horários. No aludido dia, ela já tinha outro cliente agendado, o que considerei uma pena.
Realizei o pagamento e me despedi sem esconder a gratidão e a alegria de tê-la conhecido. Ganhei as ruas, e a sensação de ter encontrado uma zona de conforto para voltar muitas vezes me acompanhava.
Não muito longe dali, amigos me esperavam para um compromisso bacana que nos aguardava para fechar o dia. No caminho, lembro-me de ter visto, de passagem, uma senhora que fabrica bolos e uma defensora pública antes de chegar até eles.
Agradeço a quem leu, um abraço e até a próxima!
Você não está autorizado a ver ou baixar esse anexo.