CRÔNICAS DE PALOMA - UM CONTO DA ARTISTA [TERROR/ÉROTICO]
Enviado: 22/04/2017
L'artist sadique: a maçã que não deveria morder.
[Ah! Como falarei dela? Inebria meus ouvidos com seus singelos cantos, dona de uma beleza ímpar, perturbava minha alma, pois já havia perfurado meu juízo, nada me fazia tirar os olhos dela, quando passava, levantava seu perfume e eu, pobre cão, desejava ir atrás.
Era uma artista, suas pinturas e esculturas eram grotescas, com um toque macabro, mal conseguia destingir o que era o que, seus tons rubros, me lembravam sangue, a textura de suas esculturas eram como pele, algo diferente, porém, estes contrastes me chamavam atenção.
Era tarde, estava fadigado, cansado, vindo de uma longa e entediante reunião de trabalho, me recordava da jovem moça, mas de certo seu ateliê estava fechado, mas creio que o destino resolveu sorrir para mim, um pobre homem, ainda não amado, com lástimas impregnadas até a mais profunda epiderme da alma, ela estava ali, no banco da praça, olhando para o nada, embasbacado fico a admirando, sua pele resplandecia o mais belo brilho do luar, sem pensar sentei ao seu lado, ela me conhecia, afinal, sou um admirador declarado, porém estava com um olhar triste, com um toque de culpa e um brilho hostil, porém, beijou-me com lascívia, fiquei sem entender, deveras confuso, mas me entreguei a minha eterna paixão, não mais platônica.
Ela me levava pela mão, meus passos cambaleantes eram conduzido pelo fervor da jovem artista, entramos em seu ateliê, porém, não ficamos lá, fomos a sua oficina, uma maca de metal nos aguardava, com um cheiro bem peculiar, mas quem se importa, cego como estava, apenas queria algo. Ela!
Atônito por sua atitude, fiquei sem forças, me fiz de fantoche em suas mãos as quais percorriam todo meu corpo, adentrando por dentro de minhas calças mostrando meu volume, ela massageava meu membro de uma maneira voraz e ao abocanha-lo, me senti sendo devorado, que fêmea! Mas estava prestes a despejar todo meu prazer em seus lábios e ela percebeu, ela levantou seu vestido, sentou na maca e sem mais delongas me colocou para a degustar, seu sabor era diferente, era um gosto de desejado, queria gozar mas ela não permitia, nem ao menos me tocar, ela me queria em meu limite e eu sedento, a lambia como um louco, sentia seu mel escorrer e uma dor em minhas costas, sua unha havia perfurado minha pele, uma mistura de prazer e dor.
Foi então que ela me deitou sobre a maca e assim a senti por dentro, ela foi comandando cada segundo da nossa foda, ritmado, cadenciado, ela sabia como me deixar louco, então, quando estava em meu apice, um sorriso maquiavélico estava em seus lábios, foi quando percebi uma lâmina em suas mãos e estava sangrando, foi um golpe, me ceifou, morri, mas morri com o desfrute de seus lábios, de todos seus lábios e o cheiro, formol, as tintas, sangue e esculturas humanas.
A artista sádica.
Era uma artista, suas pinturas e esculturas eram grotescas, com um toque macabro, mal conseguia destingir o que era o que, seus tons rubros, me lembravam sangue, a textura de suas esculturas eram como pele, algo diferente, porém, estes contrastes me chamavam atenção.
Era tarde, estava fadigado, cansado, vindo de uma longa e entediante reunião de trabalho, me recordava da jovem moça, mas de certo seu ateliê estava fechado, mas creio que o destino resolveu sorrir para mim, um pobre homem, ainda não amado, com lástimas impregnadas até a mais profunda epiderme da alma, ela estava ali, no banco da praça, olhando para o nada, embasbacado fico a admirando, sua pele resplandecia o mais belo brilho do luar, sem pensar sentei ao seu lado, ela me conhecia, afinal, sou um admirador declarado, porém estava com um olhar triste, com um toque de culpa e um brilho hostil, porém, beijou-me com lascívia, fiquei sem entender, deveras confuso, mas me entreguei a minha eterna paixão, não mais platônica.
Ela me levava pela mão, meus passos cambaleantes eram conduzido pelo fervor da jovem artista, entramos em seu ateliê, porém, não ficamos lá, fomos a sua oficina, uma maca de metal nos aguardava, com um cheiro bem peculiar, mas quem se importa, cego como estava, apenas queria algo. Ela!
Atônito por sua atitude, fiquei sem forças, me fiz de fantoche em suas mãos as quais percorriam todo meu corpo, adentrando por dentro de minhas calças mostrando meu volume, ela massageava meu membro de uma maneira voraz e ao abocanha-lo, me senti sendo devorado, que fêmea! Mas estava prestes a despejar todo meu prazer em seus lábios e ela percebeu, ela levantou seu vestido, sentou na maca e sem mais delongas me colocou para a degustar, seu sabor era diferente, era um gosto de desejado, queria gozar mas ela não permitia, nem ao menos me tocar, ela me queria em meu limite e eu sedento, a lambia como um louco, sentia seu mel escorrer e uma dor em minhas costas, sua unha havia perfurado minha pele, uma mistura de prazer e dor.
Foi então que ela me deitou sobre a maca e assim a senti por dentro, ela foi comandando cada segundo da nossa foda, ritmado, cadenciado, ela sabia como me deixar louco, então, quando estava em meu apice, um sorriso maquiavélico estava em seus lábios, foi quando percebi uma lâmina em suas mãos e estava sangrando, foi um golpe, me ceifou, morri, mas morri com o desfrute de seus lábios, de todos seus lábios e o cheiro, formol, as tintas, sangue e esculturas humanas.
A artista sádica.