CRÔNICAS DA DAFNE MARTINS - SOBREVIVENTES
Enviado: 21/05/2018
Eis que muito de repente voltei à minha terrinha, Zona Norte onde nasci. Após acontecimentos diversos (trabalho formal, vida acadêmica pesada e dramas pessoais cujo quais nunca gostaria de ter passado), reencontrei um cliente muito querido do ForumX no ônibus.
Sou discreta, pequenina. Ainda com cara de menina, cabelo curto e um pouco mais de peitos de mocinha, ele me reconheceu. Por ironia do destino ou seja lá o que for, o único lugar disponível era ao lado dele. Sentei-me, acomodando a mochila em meu colo e não sabendo como ia lidar. Percebendo também a confusão em seus olhos, uma espécie de risada nervosa me invadiu e puxei meu livro da mochila para disfarçar de alguma - terrível - forma. O mesmo virou-se pra mim e baixinho comentou: você não muda nunca. Nem o celular.
Para outras pessoas poderia, se fosse alto o comentário, parecer um assalto. Ao menos eu pensaria nisso tamanha violência encontrada no Rio. Mas foi aí que desatei a rir.
Num entrelace de assuntos a partir daquele ponto, era visível que ambos estavam confortáveis e com um tom de saudosismo gostoso que só! Me permiti pergunta-lo se continuava pelo fórum mas o mesmo informou que, com o andar da vida, acabou parando mas que por mim voltaria. Diante dessa premissa acabei me entregando em sorriso e o convite esperado surgiu: "deseja reviver a Daf, ninfeta?"
Boceta molhada, pernas se esfregando devagar, suspiros profundos vibravam o tesão que eu sentia por aquelas palavras, pelos momentos que passei e por aquele homem. Joguei minha mochila pro colo dele e deixei o casaco sobre o meu. Apalpando por sobre sua calça, notoriamente estávamos na mesma vibração. Era a hora certa. Abri o zíper, puxei seu pau pra fora e comecei a masturba-lo bem devagar pois não havia outro jeito, o ônibus apesar de ser o frescão estava demasiadamente cheio. No primeiro suspiro dele já sabia; rendeu pra mim.
Intercalava a masturbação com algumas chupadas RÁPIDAS na cabeça, quando jogava o casaco em cima de mim e deitava a face no colo dele como quem iria dormir, aproveitando pra sentir mais de perto aquele pau que me servia. Aumentando um pouco mais a velocidade, vi suas mãos apertarem o braço do ônibus e um gemido baixo saiu. As pessoas do banco ao lado viraram seus olhos para nós - FODEU. Fomos descobertos. Felizmente, para nós já estava no auge. O gozo dele em minha mão dizia tudo sobre aquele momento.
Limpei com minha língua para não deixar vestígios. Ele por sua vez pôs um "pre$entinho" entre meus peitos e se levantou para descer.
Há sempre sobreviventes num desvio ou mudança da vida. É evidente que existem momentos que são fundamentais para uma compreensão maior ou pelo menos o aceitar mas, quando a saudade bate, ainda mais saudade de uma boa putaria, já era. Aqui estou eu. Novamente, de novo e novamente, Dafne Martins.
A ninfeta favorita de vocês está de volta.
Sou discreta, pequenina. Ainda com cara de menina, cabelo curto e um pouco mais de peitos de mocinha, ele me reconheceu. Por ironia do destino ou seja lá o que for, o único lugar disponível era ao lado dele. Sentei-me, acomodando a mochila em meu colo e não sabendo como ia lidar. Percebendo também a confusão em seus olhos, uma espécie de risada nervosa me invadiu e puxei meu livro da mochila para disfarçar de alguma - terrível - forma. O mesmo virou-se pra mim e baixinho comentou: você não muda nunca. Nem o celular.
Para outras pessoas poderia, se fosse alto o comentário, parecer um assalto. Ao menos eu pensaria nisso tamanha violência encontrada no Rio. Mas foi aí que desatei a rir.
Num entrelace de assuntos a partir daquele ponto, era visível que ambos estavam confortáveis e com um tom de saudosismo gostoso que só! Me permiti pergunta-lo se continuava pelo fórum mas o mesmo informou que, com o andar da vida, acabou parando mas que por mim voltaria. Diante dessa premissa acabei me entregando em sorriso e o convite esperado surgiu: "deseja reviver a Daf, ninfeta?"
Boceta molhada, pernas se esfregando devagar, suspiros profundos vibravam o tesão que eu sentia por aquelas palavras, pelos momentos que passei e por aquele homem. Joguei minha mochila pro colo dele e deixei o casaco sobre o meu. Apalpando por sobre sua calça, notoriamente estávamos na mesma vibração. Era a hora certa. Abri o zíper, puxei seu pau pra fora e comecei a masturba-lo bem devagar pois não havia outro jeito, o ônibus apesar de ser o frescão estava demasiadamente cheio. No primeiro suspiro dele já sabia; rendeu pra mim.
Intercalava a masturbação com algumas chupadas RÁPIDAS na cabeça, quando jogava o casaco em cima de mim e deitava a face no colo dele como quem iria dormir, aproveitando pra sentir mais de perto aquele pau que me servia. Aumentando um pouco mais a velocidade, vi suas mãos apertarem o braço do ônibus e um gemido baixo saiu. As pessoas do banco ao lado viraram seus olhos para nós - FODEU. Fomos descobertos. Felizmente, para nós já estava no auge. O gozo dele em minha mão dizia tudo sobre aquele momento.
Limpei com minha língua para não deixar vestígios. Ele por sua vez pôs um "pre$entinho" entre meus peitos e se levantou para descer.
Há sempre sobreviventes num desvio ou mudança da vida. É evidente que existem momentos que são fundamentais para uma compreensão maior ou pelo menos o aceitar mas, quando a saudade bate, ainda mais saudade de uma boa putaria, já era. Aqui estou eu. Novamente, de novo e novamente, Dafne Martins.
A ninfeta favorita de vocês está de volta.