CRÔNICAS DA ARIANE MELLO - DESEJO
Enviado: 10/08/2018
Os olhos esfomeados o caçaram dentro as milhares de pessoas que ali vagavam. Pois mais que muitos fossem os homens, ele era único, não havia comparação a ser feito, era todo um conjunto. Arrastava o tamanco no chão de cimento de forma cansada, so deus sabia o trabalho pra se produzir para a festa a fantasía da cidade. Seu coraçao o procurava dentre tanta gente, e de longe seus olhos encontraram os dele. Olhos assassinos, que desarmavam todo seu forte, que lhe retirava suspiros. O verde tão seco quantos a folhas secas que corriam o bosque no outono. Olhares agarrados, coraçao descompassado, bocas secas desejando estarem molhados. Era como se o mundo respondesse a favor deles. A multidao se abriu como se desejasse o encontro de ambos. Ele a pegou pelo pulso e começou a afasta la da multidão. Ela enfeitiçada, por amor e paixão se encontrava anestesiada, como uma marionete, ela se encontrava ali, mais que entregue.
- Pra onde me carrega ?
Ele sem tirar os olhos do caminho respondeu.
- Meu afago.
. Ela riu boba
- Onde fica esse lugar ?
Chegaram até uma enorme e saudavel macieira, que era sacodida pela ventania anunciando uma possível chuva. Levou as costas da menina ate a arvore para então encurralar-lhe ali.
- O que pretende ? – ela indagava. Era possivel ver e reparar tal vontade nos olhos azuis femininos que em momento algum descolavam da boca do rapaz. Podia jurar que ele falava algo, não entrava som em seus ouvidos, mas a sede por sua boca, era maior que a sede de um andarilho no deserto por agua fresca
- Esta a me ouvir ? – ele a despertou.
- E-eeu ahnn.... – desconcertada. Ele sorriu ao ver o efeito que fazia nela.
- Já se encontra nesse estado antes mesmo de eu te tocar ? – Ele botou a mão em sua cintura, apertou ali para ver as menina fechar os olhos com forças, e se arrepiar dos pés a cabeça. Ela serrou as pernas afim de se acalmar, mas esta era uma ideia que a cada segundo mais ia por agua abaixo.
- Pre-ecisam-o-os voltar ! – ela gaguejou
- Não vejo ninguem sentir nossa falta ! – afirmou – mas eu sinto falta do teu gosto
Sem pestanejar, pegou o rosto alvo entre as maos, e tomou os labios rosados que já o convidavam a muito tempo para um beijo. Segurou a moça pela cintura, pois a essa altura, já tinha roubado suas forças naquele encontro de vida. Separaram-se os labios, mais os olhares ainda se beijavam afoitos, brilhando mais que cristal, tanto desejo embutido nos esmeraldas que retirados dali causariam um orgasmo. Coitado do pobre pulmão, que parecia ter ate esquecido de trabalhar, sem falar nas borboletas afoitas que batiam as asas em seu estomago. Um desejo erroneavel, sem drama, desejo dele era aquela dama, aquele noite, o servir.
- Pra onde me carrega ?
Ele sem tirar os olhos do caminho respondeu.
- Meu afago.
. Ela riu boba
- Onde fica esse lugar ?
Chegaram até uma enorme e saudavel macieira, que era sacodida pela ventania anunciando uma possível chuva. Levou as costas da menina ate a arvore para então encurralar-lhe ali.
- O que pretende ? – ela indagava. Era possivel ver e reparar tal vontade nos olhos azuis femininos que em momento algum descolavam da boca do rapaz. Podia jurar que ele falava algo, não entrava som em seus ouvidos, mas a sede por sua boca, era maior que a sede de um andarilho no deserto por agua fresca
- Esta a me ouvir ? – ele a despertou.
- E-eeu ahnn.... – desconcertada. Ele sorriu ao ver o efeito que fazia nela.
- Já se encontra nesse estado antes mesmo de eu te tocar ? – Ele botou a mão em sua cintura, apertou ali para ver as menina fechar os olhos com forças, e se arrepiar dos pés a cabeça. Ela serrou as pernas afim de se acalmar, mas esta era uma ideia que a cada segundo mais ia por agua abaixo.
- Pre-ecisam-o-os voltar ! – ela gaguejou
- Não vejo ninguem sentir nossa falta ! – afirmou – mas eu sinto falta do teu gosto
Sem pestanejar, pegou o rosto alvo entre as maos, e tomou os labios rosados que já o convidavam a muito tempo para um beijo. Segurou a moça pela cintura, pois a essa altura, já tinha roubado suas forças naquele encontro de vida. Separaram-se os labios, mais os olhares ainda se beijavam afoitos, brilhando mais que cristal, tanto desejo embutido nos esmeraldas que retirados dali causariam um orgasmo. Coitado do pobre pulmão, que parecia ter ate esquecido de trabalhar, sem falar nas borboletas afoitas que batiam as asas em seu estomago. Um desejo erroneavel, sem drama, desejo dele era aquela dama, aquele noite, o servir.