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Ocorrido sexta-feira às 17:30h
CONTO DE FODAS
Era uma vez um reino encantado onde ninfas tratavam...
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Ocorrido sexta-feira às 17:30h
CONTO DE FODAS
Era uma vez um reino encantado onde ninfas tratavam os homens da tribo FX que passavam os dias em suas lutas na selva e precisavam de cuidados especiais para curarem as feridas de todo tipo, remédio esse que vem através do mel de fêmea, do chá de ppk e do banho de cu, e no meio da floresta de pedra carioca havia o mítico Castelo das Princesas, onde muitas dessas fadas do prazer habitam e revigoram os guerreiros da aldeia. Um belo dia, uma jovem fascinante chegou ao Palácio da Luxúria para se juntar às meninas existentes na tarefa de zelar pelo bem-estar dos cavaleiros. Ninguém sabia o seu nome, alguns disseram ser Pocahontas pela ascendência indígena, fortes laços com a natureza e dotada de grande sabedoria, e por isso ficou conhecida em nossa província como Princesinha.
A dama rapidamente cativou os homens do povoado com o seu charme, beleza e principalmente a habilidade única de lidar com as dores e a libido da multidão usando a magia de seu anel, seja sentando, engatinhando, de conchinha ou de bruços, e um dos meus irmãos de armas mais próximos no reino libertino contou a mim sobre a maravilha que era passar pela sessão terapêutica de vossa alteza da safadeza, indicando fortemente os seus serviços. Baseado nisso tudo que o nobre parceiro me falou e em vários outros relatos sobre as proezas da linda princesa, decidi também entrar na extensa fila formada por aqueles ávidos a receberem os devidos cuidados especiais da graciosa e fogosa mulher da corte, ainda mais depois de saber que logo essa joia raríssima irá nos deixar rumo à terras distantes por motivos pessoais.
Por essas circunstâncias, a bela Princesinha realizou um concurso entre os seus súditos para uma visita íntima gratuita e embora não tenha sido agraciado pela monarquia e seus assistentes na escolha final, a formosa morena se interessou pela identidade daquele que dissera ser o sapo da história por saber usar a língua como poucos, sem lembrar de ter cruzado com o nobre cavaleiro em um baile recente, o primeiro a cumprimentá-la naquela noite. E cativado pela aura jovial da donzela simpática de formosura celestial, oficializei a minha intenção de vê-la através do mensageiro verdinho muito popular entre nós e, claro, não havia mais agenda. Era a segunda tentativa e, tal qual a primeira, parecia ser muito otimista achar que haveria brecha para uma jornada na sexta contatando-a na quarta, mas com a sabedoria de contar com imprevistos, ela mandou eu retornar no dia seguinte. Logo me veio à mente a fala de um confrade sobre ser uma missão impossível marcar de bate pronto com ela graças ao seu sucesso, mas atendendo a ordem da beldade e contando com a providência divina, a fortuna veio até mim e na quinta acertei para o dia seguinte a ida ao seu aposento real pegando a vaga de Mickey, o rato que acabara de desistir de encontrá-la.

Para não bancar o Pateta e perder o privilégio concedido, deleguei tarefas e cortei as linhas de contato para que nada interferisse e no horário recebi a convocação para estar diante de sua presença com o singelo pedido para subir a torre com a sua mercadoria que o mensageiro Uber deixara com o sentinela do Castelo. Na recepção, a alegria por parte dela de ver quem eu era, o primeiro cavaleiro do baile, e uma sequência prolongada de beijos apaixonados com muita entrega e língua junto à porta e as mãos descobrindo os corpos de ambos, até a delícia de topzinho preto e saia branca vazada me conduzir mais para o interior de sua alcova junto à larga cama para o reinício da beijação. Tamanho gosto era por aquele boca-a-boca que a donzela tirava a minha camisa sem desgarrar os lábios até onde dava para, após o descarte relâmpago da roupa, seguir com a carícia sem pausas, exceto a clássica do vestiário.
Contudo, depois d'eu aceitar a sua oferta para ir à ducha me preparar, Princesinha impediu a empreitada ao pôr a minha vara para fora do traje, ajoelhar e boqueteá-lo sem pudor (bom de vir de casa e morar próximo é isso, estar em boas condições de iniciar as coisas de imediato se for da vontade dela). A chupada, muitíssimo gostosa, lenta engolindo suavemente o membro por inteiro usando só a boca, e por um par ou trinca de minutos ficamos nessa até ela me sentar aos beijos em sua cama para continuar a mamar o pau agora D4 no chão sem a veste que cobria a sua bunda. Foi paixão à primeira vista ver tão de perto o seu perfeito coração e acariciá-lo com apertões e tapas enquanto sentia a doçura dos lábios da donzela no cuidado gracioso na pica, chupando e lambendo com muita dedicação. Falam muito aos quatro ventos sobre o anal, mas o oral da beldade é igualmente espetacular, por mim dos melhores que qualquer um pode experimentar em todo o reino.
Rápida pausa para tirar as últimas peças nos nossos corpos para deitarmos na cama esfregando os físicos em meio à beijação e uma arte marota da nobre dama, roçar a xereca no canudo do príncipe. Haja autocontrole para o leite ficar contido no lugar, mas se dessa artimanha escapei, confesso que fui pego desprevenido em iniciar a trepada pela conchinha por ter deixado escapar essa hipótese nas minhas fantasias imaginativas preparatórias para o coito e pela raba realmente apertada da gata, e bastou breves movimentos dela rebolando para o caldo entornar sem controle dentro de sua bunda. "És tu, Donald?" - Das muitas surpresas que Princesinha estava tendo naquele fim de tarde, positivas até então, essa inesperada era aquela que nós dois concordamos ser totalmente dispensável, a revelação de que talvez fosse um pato o seu convidado.

Hakuna Matata - não havendo margem para ficar Pluto com a situação, só tirei a capa leitada para então mergulharmos novamente aos Beijões para o garotão se recuperar do tombo relâmpago e revezei a boca e os peitões da gostosa um bocado com bastante prazer dela pelas carícias nos gêmeos até o sapo decidir conhecer a perereca e ela de quebra tirar a prova dos nove da minha frase no concurso. Realmente me dediquei bastante aqui, pois mais animado eu ficava ao ver as reações de tesão da Princesinha através dos gemidos e principalmente dos movimentos de seu corpo: pressão das coxas em meu crânio, passada de suas mãos pela minha cabeça, esfregada no sobe e desce da sua buceta na minha boca e o arrepio de sua pele pelo fino trato. Devo ter ficado uns 10 a 15 minutos aqui, até a beldade em êxtase me convidar para o encontro de seus lábios e dar um Beijão com volúpia.
- Aguenta aí que agora eu vou te usar! - Com essa fala, a safada decidiu elevar o patamar da foda real em doses homéricas do seu truque secreto: comigo por cima em posição estratégica, ela mexia o seu quadril para sarrar a sua buceta no meu pau de forma que o clitóris e a vagina como um todo deslizassem pelo corpo do garoto até a cabeça da piroca no limite de entrar, brincando com o risco de alguém errar por emoção ou má-fé o movimento e exigindo talento e acima de tudo confiança de ambos na sua parceria sexual daquele fim de tarde. Junto da beijação e olho no olho, ficamos mais uns 10 minutos, pelo menos, até a delícia vibrar de paixão pelo orgasmo obtido e colamos os nossos corpos para mais um namoro antes dela afirmar que precisava sentir de novo aquela rola dentro de si. Chegara finalmente a hora do sapo conhecer a Princesinha na intimidade, como eu disse à musa durante a marcação do date.
E melhor forma não havia para o anel da donzela impor a sua magia ao nosso baile privado do que estando de bruços entregue ao seu cortesão. Com calma introduzi a vara e a gata rebolava lentinho para ajudar no encaixe, e quando a tora entrou por completo, Princesinha pediu que eu ficasse com o corpo coladinho no seu nessa posição. Com direito à beijação, fui aos poucos subindo a velocidade da madeirada sem nenhuma pena de deixar a diaba da corte toda arrombada e a mesma se tocava no reforço dessa putaria. A fofura do início quando chamávamos um ao outro de amor deu lugar à baixaria plena do jeito que a gente gosta, com o "vagabundo, safado, filho da puta" de um lado e o "cachorra, safada, piranha" do outro, sinal de que as coisas estavam sendo bem feitas, e naquele clima envolvente a tarada mandava o "me come", "isso", "assim" para impulso extra na lascívia real. Lembrando do provérbio antigo de que "há males que vem para o bem", graças à minha leitada precoce pude enrabar bastante a devassa aqui, creio que por uns 10 minutos, fazendo-a chegar num novo orgasmo com essas pauladas no meio do seu coração e pouco depois embarcando por livre escolha junto nessa viagem gozando fartamente dentro do seu cu para felicidade da jovem fada do prazer.
Nossa interlocução erótica havia terminado. Porém, como fui o último cavaleiro do dia trocamos sem nenhuma pressa um papo bastante agradável sobre múltiplos assuntos relacionados às preocupações da galera do reino e questões de ordem pessoal, como o quanto vossa alteza adorou estar conosco nessa temporada, planejando inicialmente o retorno da licença só para o ano que vem, o interesse dela em começar as suas aventuras em duplas, tendo eu indicado a bela indiazinha sommelier de ppks como ponto de partida ou a Duquesa dos bacanais de nossa província (fica a dica), e alguns fetiches seus que podem servir como desculpas para o repeteco. Tudo isso, comigo por cima dela com a piroca cravada até o talo no seu rabo dentro do seu palácio aconchegante típico de uma nobre integrante da realeza libertina e o som ambiente das tavernas ao redor da entrada do Castelo. Aos Beijões me despedi da beldade e retornei pelas vielas escuras à minha humilde residência, pegando no sono pouco tempo depois. Na manhã seguinte, acordei na dúvida se tudo isso que acabei de narrar foi um belo sonho, mas seja como for esta é uma doce memória que guardarei para sempre na mente, o conto de fodas do qual teria imenso desejo em reviver assim que for possível junto da protagonista dessa fábula, a fantástica Princesinha.
CONTO DE FODAS
Era uma vez um reino encantado onde ninfas tratavam os homens da tribo FX que passavam os dias em suas lutas na selva e precisavam de cuidados especiais para curarem as feridas de todo tipo, remédio esse que vem através do mel de fêmea, do chá de ppk e do banho de cu, e no meio da floresta de pedra carioca havia o mítico Castelo das Princesas, onde muitas dessas fadas do prazer habitam e revigoram os guerreiros da aldeia. Um belo dia, uma jovem fascinante chegou ao Palácio da Luxúria para se juntar às meninas existentes na tarefa de zelar pelo bem-estar dos cavaleiros. Ninguém sabia o seu nome, alguns disseram ser Pocahontas pela ascendência indígena, fortes laços com a natureza e dotada de grande sabedoria, e por isso ficou conhecida em nossa província como Princesinha.
A dama rapidamente cativou os homens do povoado com o seu charme, beleza e principalmente a habilidade única de lidar com as dores e a libido da multidão usando a magia de seu anel, seja sentando, engatinhando, de conchinha ou de bruços, e um dos meus irmãos de armas mais próximos no reino libertino contou a mim sobre a maravilha que era passar pela sessão terapêutica de vossa alteza da safadeza, indicando fortemente os seus serviços. Baseado nisso tudo que o nobre parceiro me falou e em vários outros relatos sobre as proezas da linda princesa, decidi também entrar na extensa fila formada por aqueles ávidos a receberem os devidos cuidados especiais da graciosa e fogosa mulher da corte, ainda mais depois de saber que logo essa joia raríssima irá nos deixar rumo à terras distantes por motivos pessoais.
Por essas circunstâncias, a bela Princesinha realizou um concurso entre os seus súditos para uma visita íntima gratuita e embora não tenha sido agraciado pela monarquia e seus assistentes na escolha final, a formosa morena se interessou pela identidade daquele que dissera ser o sapo da história por saber usar a língua como poucos, sem lembrar de ter cruzado com o nobre cavaleiro em um baile recente, o primeiro a cumprimentá-la naquela noite. E cativado pela aura jovial da donzela simpática de formosura celestial, oficializei a minha intenção de vê-la através do mensageiro verdinho muito popular entre nós e, claro, não havia mais agenda. Era a segunda tentativa e, tal qual a primeira, parecia ser muito otimista achar que haveria brecha para uma jornada na sexta contatando-a na quarta, mas com a sabedoria de contar com imprevistos, ela mandou eu retornar no dia seguinte. Logo me veio à mente a fala de um confrade sobre ser uma missão impossível marcar de bate pronto com ela graças ao seu sucesso, mas atendendo a ordem da beldade e contando com a providência divina, a fortuna veio até mim e na quinta acertei para o dia seguinte a ida ao seu aposento real pegando a vaga de Mickey, o rato que acabara de desistir de encontrá-la.
Para não bancar o Pateta e perder o privilégio concedido, deleguei tarefas e cortei as linhas de contato para que nada interferisse e no horário recebi a convocação para estar diante de sua presença com o singelo pedido para subir a torre com a sua mercadoria que o mensageiro Uber deixara com o sentinela do Castelo. Na recepção, a alegria por parte dela de ver quem eu era, o primeiro cavaleiro do baile, e uma sequência prolongada de beijos apaixonados com muita entrega e língua junto à porta e as mãos descobrindo os corpos de ambos, até a delícia de topzinho preto e saia branca vazada me conduzir mais para o interior de sua alcova junto à larga cama para o reinício da beijação. Tamanho gosto era por aquele boca-a-boca que a donzela tirava a minha camisa sem desgarrar os lábios até onde dava para, após o descarte relâmpago da roupa, seguir com a carícia sem pausas, exceto a clássica do vestiário.
Contudo, depois d'eu aceitar a sua oferta para ir à ducha me preparar, Princesinha impediu a empreitada ao pôr a minha vara para fora do traje, ajoelhar e boqueteá-lo sem pudor (bom de vir de casa e morar próximo é isso, estar em boas condições de iniciar as coisas de imediato se for da vontade dela). A chupada, muitíssimo gostosa, lenta engolindo suavemente o membro por inteiro usando só a boca, e por um par ou trinca de minutos ficamos nessa até ela me sentar aos beijos em sua cama para continuar a mamar o pau agora D4 no chão sem a veste que cobria a sua bunda. Foi paixão à primeira vista ver tão de perto o seu perfeito coração e acariciá-lo com apertões e tapas enquanto sentia a doçura dos lábios da donzela no cuidado gracioso na pica, chupando e lambendo com muita dedicação. Falam muito aos quatro ventos sobre o anal, mas o oral da beldade é igualmente espetacular, por mim dos melhores que qualquer um pode experimentar em todo o reino.
Rápida pausa para tirar as últimas peças nos nossos corpos para deitarmos na cama esfregando os físicos em meio à beijação e uma arte marota da nobre dama, roçar a xereca no canudo do príncipe. Haja autocontrole para o leite ficar contido no lugar, mas se dessa artimanha escapei, confesso que fui pego desprevenido em iniciar a trepada pela conchinha por ter deixado escapar essa hipótese nas minhas fantasias imaginativas preparatórias para o coito e pela raba realmente apertada da gata, e bastou breves movimentos dela rebolando para o caldo entornar sem controle dentro de sua bunda. "És tu, Donald?" - Das muitas surpresas que Princesinha estava tendo naquele fim de tarde, positivas até então, essa inesperada era aquela que nós dois concordamos ser totalmente dispensável, a revelação de que talvez fosse um pato o seu convidado.
Hakuna Matata - não havendo margem para ficar Pluto com a situação, só tirei a capa leitada para então mergulharmos novamente aos Beijões para o garotão se recuperar do tombo relâmpago e revezei a boca e os peitões da gostosa um bocado com bastante prazer dela pelas carícias nos gêmeos até o sapo decidir conhecer a perereca e ela de quebra tirar a prova dos nove da minha frase no concurso. Realmente me dediquei bastante aqui, pois mais animado eu ficava ao ver as reações de tesão da Princesinha através dos gemidos e principalmente dos movimentos de seu corpo: pressão das coxas em meu crânio, passada de suas mãos pela minha cabeça, esfregada no sobe e desce da sua buceta na minha boca e o arrepio de sua pele pelo fino trato. Devo ter ficado uns 10 a 15 minutos aqui, até a beldade em êxtase me convidar para o encontro de seus lábios e dar um Beijão com volúpia.
- Aguenta aí que agora eu vou te usar! - Com essa fala, a safada decidiu elevar o patamar da foda real em doses homéricas do seu truque secreto: comigo por cima em posição estratégica, ela mexia o seu quadril para sarrar a sua buceta no meu pau de forma que o clitóris e a vagina como um todo deslizassem pelo corpo do garoto até a cabeça da piroca no limite de entrar, brincando com o risco de alguém errar por emoção ou má-fé o movimento e exigindo talento e acima de tudo confiança de ambos na sua parceria sexual daquele fim de tarde. Junto da beijação e olho no olho, ficamos mais uns 10 minutos, pelo menos, até a delícia vibrar de paixão pelo orgasmo obtido e colamos os nossos corpos para mais um namoro antes dela afirmar que precisava sentir de novo aquela rola dentro de si. Chegara finalmente a hora do sapo conhecer a Princesinha na intimidade, como eu disse à musa durante a marcação do date.
E melhor forma não havia para o anel da donzela impor a sua magia ao nosso baile privado do que estando de bruços entregue ao seu cortesão. Com calma introduzi a vara e a gata rebolava lentinho para ajudar no encaixe, e quando a tora entrou por completo, Princesinha pediu que eu ficasse com o corpo coladinho no seu nessa posição. Com direito à beijação, fui aos poucos subindo a velocidade da madeirada sem nenhuma pena de deixar a diaba da corte toda arrombada e a mesma se tocava no reforço dessa putaria. A fofura do início quando chamávamos um ao outro de amor deu lugar à baixaria plena do jeito que a gente gosta, com o "vagabundo, safado, filho da puta" de um lado e o "cachorra, safada, piranha" do outro, sinal de que as coisas estavam sendo bem feitas, e naquele clima envolvente a tarada mandava o "me come", "isso", "assim" para impulso extra na lascívia real. Lembrando do provérbio antigo de que "há males que vem para o bem", graças à minha leitada precoce pude enrabar bastante a devassa aqui, creio que por uns 10 minutos, fazendo-a chegar num novo orgasmo com essas pauladas no meio do seu coração e pouco depois embarcando por livre escolha junto nessa viagem gozando fartamente dentro do seu cu para felicidade da jovem fada do prazer.
Nossa interlocução erótica havia terminado. Porém, como fui o último cavaleiro do dia trocamos sem nenhuma pressa um papo bastante agradável sobre múltiplos assuntos relacionados às preocupações da galera do reino e questões de ordem pessoal, como o quanto vossa alteza adorou estar conosco nessa temporada, planejando inicialmente o retorno da licença só para o ano que vem, o interesse dela em começar as suas aventuras em duplas, tendo eu indicado a bela indiazinha sommelier de ppks como ponto de partida ou a Duquesa dos bacanais de nossa província (fica a dica), e alguns fetiches seus que podem servir como desculpas para o repeteco. Tudo isso, comigo por cima dela com a piroca cravada até o talo no seu rabo dentro do seu palácio aconchegante típico de uma nobre integrante da realeza libertina e o som ambiente das tavernas ao redor da entrada do Castelo. Aos Beijões me despedi da beldade e retornei pelas vielas escuras à minha humilde residência, pegando no sono pouco tempo depois. Na manhã seguinte, acordei na dúvida se tudo isso que acabei de narrar foi um belo sonho, mas seja como for esta é uma doce memória que guardarei para sempre na mente, o conto de fodas do qual teria imenso desejo em reviver assim que for possível junto da protagonista dessa fábula, a fantástica Princesinha.



