Lunna Rizzo
TD: Positivo
Valor: 250 (1 hora)
Disclaimer: Esse relato inaugura uma rara coletânea e...
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Lunna Rizzo
TD: Positivo
Valor: 250 (1 hora)
Disclaimer: Esse relato inaugura uma rara coletânea entre os meus TDs aqui no FX, o Baú do Esporte Fodástico. Basicamente, são duelos ocorridos há pelo menos 1 mês que por motivos diversos não puderam ser postados na época que o combate rolou e creio ter informações relevantes o suficiente para a audiência para trazê-los à tona após esse tempo. Dito isso, vamos ao conto da vez.
Ocorrido sábado, 20/12/25, às 15h
FELIZ VIDA
Flashback de duelos anteriores:
[Url=https://forumx.com.br/viewtopic.php?f=149&t=36212&start=22](1)[/url]
"Além disso, desculpas para o repeteco não faltam: ter deixado de chupar a ppk da donzela (é mesmo uma anta), ter conduzido a contenda de modo que o anal não rolasse (novamente, uma anta) e deixado de propor o jogo nos outros córners do estádio."
[Url=https://forumx.com.br/viewtopic.php?f=361&t=37156&p=908368#p908368](2)[/url]
"...de tanto resistir, a fonte travou e terminei o duelo sem dar a gozada, apesar da garra e do talento da Musa do Verão na busca pelo meu clímax, achando por bem não insistir pelo tempo já ter estourado..."
Acreditava que tinha encerrado as atividades no ano, mas quis o Cosmos que eu fosse atraído mais uma vez ainda em 2025 por essa gostosa próspera e magnética, como ela mesma se definiu dia desses. Alta carga de trabalho e compromissos pessoais e familiares, além de alguns desgastes e frustrações inesperados onde deveria ser um refúgio das tretas da selva de pedra... as últimas semanas foram bem desmotivantes e pensava em dar um tempo nisso tudo durante as festividades de fim de ano para recarregar as forças, mas em certos momentos fica difícil recusar o convite ao prazer de algumas damas que sabem cativar e manter o cara encantado de um jeito único. Em um momento, eu aconpanhava a muvuca dos mortais nas compras natalinas. Em outro, pouco mais de uma hora depois, estava prestes a entrar novamente no mundo de fantasia particular que muitos homens desejariam com força em pedidos ao velho Noel.
Após comunicar a Lunna a minha chegada na portaria, a entrada foi aberta por ela remotamente após eu interfonar para o seu Ap a seu pedido. O seu convidado da tarde surgiu diante de si na vibe do Natal carioca, de regata e sunga vermelha com o gorro de Noel, e o mesmo foi recepcionado bela sorridente beldade que já esperava de portas abertas no clima de Ano Novo, toda de branco numa lingerie muito sexy. A recepção foi daquele jeito que amamos, um Beijão delícia prolongado, e durante os papos iniciais acompanhados de brindes com as taças de vinhos e preparativos para a ducha, mais e mais banhos intensos de línguas no clima intimista que todo homem (e mulher também) deseja. Quando retornei da ducha e ela finalizou os últimos ajustes, a única conversa que teríamos nos próximos 60 minutos seria dos corpos expressando toda a luxúria e vontade de consumir o outro por inteiro, dessa vez a sós, como brincamos durante a foda lembrando do nosso fight recente.
Num clinch apaixonado, a Beijação fulminante deu sequência ao embate, com as mãos aqui e ali passeando pelos físicos em busca dos prazeres que o toque e o calor humano poderiam nos oferecer, na intenção explícita de arrancar os panos que ainda cobriam os amantes. Nessa pegação lenta cheia de sensualidade, Lunna vez ou outra se virava para roçar a bunda no pau ereto guardado pela toalha, comigo pegando-a por trás nos peitos, beijando a nuca e falando putarias ao ouvido, girando de volta para mais Beijões. Numa dessas vezes, a gata tirou a calcinha e a minha toalha e deu o 180° para sarrar novamente, agora no pele na pele, a raba na pica e em seguida a ppk, mantendo o fervoroso boca-a-boca até partir à sua marca registrada, o boquete ajoelhado em frente ao espelho da sala, no jogo erótico de percorrer a rota aos beijos rumo ao sexo do parceiro até cair de boca com gosto.
Por um bom tempo curtimos a sessão de degustação do garotão pelo sereião. Sentindo uma das melhores sensações que um homem pode experimentar nessa Terra, eu arrepiava com a chupada e o trabalho de língua da tarada quando o doce tava inteiro em sua boca bendita e como agradecimento por esse múltiplo prazer sensorial com o visual em 360° dela na cantoria eu massageei diversas vezes de forma rústica o seu derrière nu. Por sua vez, a beldade mamava, lambia e beijava cada parte do chocolate, trufas e região, ora suave, ora com volúpia, contando comigo em segurar os seus cabelos fazendo um rabo de cavalo para melhor conforto na apreciação do banquete e o bônus da terapia bruta em sua bunda. Voltando à Beijação, carreguei ela até o sofá, recebendo uma nova dose do seu oral, antes de partirmos de mãos dadas ao quarto.
Chegando lá, mais e mais Beijões e depois a rebolada da raba na piroca se apoiando na parede enquanto eu tirava o seu sutiã e a abraçava com as mãos nos peitos. Sem querer correr o risco de perder o bonde e agir novamente como uma anta, lhe pedi que deitasse e então chupei com gosto por um bocado de tempo a sua buceta, com ela reagindo bem aos meus golpes com falas e o jogo de pernas e quadril. Ligada de vez, fui intimado a deitar ao lado e, no agradável sentimento de déjà vu, a delícia montou em cima de mim e iniciou a famosa cavalgada gostosa, cadenciada com bastante olho no olho e os rostos colados, porém dessa vez os nossos lábios fizeram um jogo sensual de tensão sexual onde eles se tocavam durante a montaria prontos para darem aquela encaixada, mas se mantinham de fora e em vez disso soltavam a respiração ofegante junto aos rostos. Nesse clima envolvente, percorri com as minhas mãos as insinuantes curvas de srta. Rizzo sentindo em especial a firmeza de sua traseira na pegada antes dela trocar o estilo do golpe para a quicada coqueirinho. Enquanto macetava e mastigava a minha pica, Lunna partia para a sua jornada pessoal rumo ao orgasmo e, subindo a rotação do bate-coxa, atingiu pouco depois o seu prazeroso destino.
"Vem por cima de mim!" - Pediu a musa cacheada após se recuperar do transe e mergulhei com satisfação no mar de gostosuras dado por seus lábios em cima, engolindo com sede minha língua, e embaixo saboreando cada milímetro da piroca num ritmo suave. Durante essa trepada, veio o acerto do que iríamos servir a seguir na nossa ceia libertina: desejando o meu leite que ficou sem na nossa última contenda a três, devolvi pedindo no cardápio erótico a sua rabanada. Acertado o esquema e arranjo finalizado, Lunna voltou por cima de mim, agora engatando o varão no seu rabão com carinho até se sentir confortável, quando então começou a se movimentar com fluidez e mostrar do que ela é capaz. Primeiro, jogou o corpo para trás se apoiando com os braços em minha perna para que eu visse claramente o anel devorando a rola e depois veio para perto de mim na posição de agacho em busca do eye-contact.
"Tava louco pra me arrombar, não é, filho da puta!"
"Vim aqui pra isso, cachorra!"
Bem carinhosa essa troca de afeto de nossa parte, enquanto dois tapinhas acariciavam o rosto da srta. Rizzo e um dela afagava de volta a minha cara. A chupada do dedão de minha mão pela tigresa no cio completou esse momento romântico antes dela se virar "dixxxcosta" e voltar com a surra de bunda jogando o físico para trás próximo do meu corpo, dessa vez guiando a minha mão para masturbá-la enquanto a outra abraçava os peitos. Depois de um tempo nessa pancadaria, disse à tarada como ela poderia extrair rapidinho o meu condensado e com um sorriso se colocou à meu pedido em uma de suas posições favoritas, de bruços. Com carinho, sentei a madeirada na raba da diaba no jeitinho em ritmo moderado, trocando Beijões enquanto arregaçava o precioso da safada, ora pressionando a sua nuca com a minha mão quando o meu corpo estava mais afastado, ora as mãos entrelaçadas. Vários minutos depois, gozei litros com o pau até o talo no seu cu, uma linda maneira de encerrar o festejo natalino e de quebra me preservar, pois a felina já tava pronta para arrancar o meu fígado caso eu sonegasse novamente a leitada.
Zoeira à parte, muito de nossa química se deve ao quão amável é a Lunna, fazendo com que tudo flua naturalmente com leveza, desde que o pião não seja um vacilão e pise na bola com ela. O pós-foda contou com uma boa resenha e uma sessão de fotos do sereião com o seu corpo dourado escultural destacado pela lingerie branca, imagens que ilustram esse relato. E atendendo ao convite da gostosa, tirei uns clicks junto dela para inclusão no seu acervo e também nesse TD e veio então um fato curioso, para não dizer cômico: se é de certa forma fácil fazer um bom registro tendo a srta. Rizzo como modelo, a missão se complica um pouquinho quando precisamos fazer uma boa captura aos beijos e precisamos de várias tentativas (desculpa para tirarmos uma casquinha um do outro) até dar certo. Os Beijões junto à saída e o desejo mútuo de boas festas e boas coisas na vida de ambos encerraram em alta classe a nossa trilogia relâmpago, cujo embate derradeiro saciou todas as nossas vontades e pendências em aberto: eu dar a chupada em sua ppk e comer o seu anel e ela de me fazer gozar. Como bem disseram, o sereião manja dos paranauê e tem o molho para te viciar e fazê-lo querer voltar múltiplas vezes o quanto antes, como vemos nos contos passados de nossos irmãos de lutas e no cartel da beldade que cresce em ritmo acelerado.
Feliz Natal? Feliz Ano Novo? Com a Lunna Rizzo por perto é Feliz Vida, com bastante ousadia e alegria nos nossos dias!
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