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Ariella Miller
TD: Positivo
Valor: 180 (1 hora)
Ocorrido quarta-feira, 17/06/26, às 15h
SELVA DE ...
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Ariella Miller
TD: Positivo
Valor: 180 (1 hora)
Ocorrido quarta-feira, 17/06/26, às 15h
SELVA DE EPILÉTICOS
Mais uma da série Promessas Não Cumpridas, TDs combinados que ficaram no papel. Logo após nosso único date em 2023, havia acertado com a Ariella de fazermos o repeteco numa dupla com a saudosa Sheron e até chegamos a marcar o evento, no caso na tarde do aniversário de nosso Diamante Negro, mas no dia a Deusa do Ébano não estava bem e precisou desmarcar. Confesso que bateu uma frustração na época por não ter sido a primeira vez que um ménage com a beldade foi cancelado por algum imprevisto e logo em seguida veio a bola de neve que afastou aos poucos a chance disso acontecer: primeiro a crise no caixa do meu patrocinador, a empresa da qual presto serviços laborais e financia, entre outras coisas de minha vida, os meus duelos com as gostosas daqui, me fazendo entrar em vacas magras e restringir as saídas por todo o 2° semestre daquele ano, e quando a situação melhorou para o meu lado em 2024, acabei deixando passar a possibilidade de dar novamente o match nessa farra, provavelmente pela desmotivação acumulada, até a mulata delícia iniciar o seu processo de retirada dos ringues sexuais, cortando a minha esperança de rolar esse trisal.
Por tabela, o replay com miss Miller ficou pelo caminho devido à minha ideia original na reprise com ela ser numa dupla e as parceiras com quem mais fazia na ocasião não me motivarem a agendar, deixando essa volta em compasso de espera. Uma interação despretensiosa entre nós após uma resposta da musa em um story meu no início de 2026, quase dois anos depois do nosso último contato no zap, me fez pensar: porque não revê-la no X1, já que o projeto de ménage subiu no telhado? Como quase sempre fiz e faço ao longo desses anos, monitorei os posts do meu alvo até encontrar um dia que a agenda dela casasse com a minha disponibilidade para então tentar o match nos Cards com a Ari, que nos últimos meses tem rodado o RJ, ficando alguns períodos ausente da capital. Vendo quarta passada que ela estava por aqui e como eu estava livre, chamei a musa e consegui alinhar o reencontro para horas à frente.
Minutos depois da hora marcada veio o sinal do Castelo Rá-Tim-Bum, o famoso prédio no final da Senador Dantas cujo apelido foi imortalizado por sua amiga Sheron, com a liberação remota do lacre do portão gradeado. Depois de superar os lances da escada caracol, veio a recepção da carismática e sedutora dama de vestido preto vazado, sendo levado ao calabouço e encaminhado na sequência à casa de banho antes da prazerosa sessão de tortura começar. No retorno e com o ambiente selado, iniciamos com um beijo faminto enquanto de imediato tive a toalha arrancada e o pau bolinado por ela com um óleo especial, enquanto minhas mãos pegavam firme em sua bunda levantando a sua veste embaixo. Logo depois, Ari pôs a dianteira pra jogo servindo-os de bom grado à minha boca, vibrando de tesão com os estímulos dados ali por minha língua (a gatona fica bem excitada com os afagos em sua comissão de frente), antes de me convidar ao trabalho de solo em sua cama, já sem o traje que ainda cobria as suas curvas fartas.
Deitado, vi e senti a tarada devorando o doce com a fome acumulada dos três anos de abstinência do enrosco anterior com múltiplas ações em um breve período no espaço temporal que deixava até difícil registrar em detalhes o combo aplicado, mas afirmo sem dúvida que teve um pouco de tudo: chupada vigorosa, lambida, batida do pirulito no rosto, as trufas igualmente saboreadas... a ação rápida e precisa, fruto de quem sabe o que faz, teve como complemento imediato o pussyjob, ficando em cima da pica esfregando a sua ppk com volúpia em movimentos de vai e vem enquanto se derretia toda de tesão com essa massagem íntima de pirar o cabeção. Em meio à essa fricção dos sexos, as minhas mãos percorriam o seu físico em chamas das coxas até a cabeça (com os dedos chupados pela fogosa) passando pelos airbags e voltando em direção à sua bunda, e as dela alisavam todo o meu shape, dando um plus nesse espetáculo sensorial. Com o tesão à milhão, calçamos a luva no garotão para liberar sem pudor nenhum o encaixe íntimo e a cavalgada de Ariella, que cedia os melões e a sua boca à minha enquanto macetava a vara com gosto, ficando um bocado nessa até trocarmos a formação tática.
Agora por cima dela, iniciamos uma longa e ardente jornada sensual que fez a gatona, mais de uma vez, atingir o nirvana, começando com uma prolongada respiração boca-a-boca dos lábios 100% conectados para emendar a madeirada e o golpe sacana de prender a parceira ficando de mãos dadas e pressionando ambas contra a cama, deixando-a totalmente entregue ao prazer e as estocadas firmes do jeito que ela gosta. Depois da tarada se restabelecer da primeira onda, segui mais devagar, explorando toda a intimidade que a posição oferece, com intenso olho no olho com os rostos colados testa a testa, beijo atrás de beijo, carícias orais pelo pescoço e falas junto ao ouvido, enquanto a dama passeava com as suas unhas pelas minhas costas (ganhei uma bela tatuagem, inclusive). A luxúria à flor da pele e o calor humano dos corpos grudados e dos sexos unidos no vapo-vapo logo fizeram a musa atingir um novo orgasmo, tendo facilidade em gozar quando está curtindo a pancadaria.
Depois dessa sessão, ficanos de pé para a preparação de Ari nos quatro apoios, mas antes ela fez um rápido show de pole dance usando o meu pau como poste para sarrar o rabetão, agarrando-a por trás em seguida masturbando-a com os dedos de uma mão, a outra nos mamazões e beijos e falas ao ouvido, gemendo bastante com esse clinch. Agora com a gatona D4, variei entre os tapas na batera, as passadas de mãos pelo físico e leve pressão na nuca, com a gatona indo até a lua de tesão, antes de trocarmos mais uma ou duas vezes o esquema para então degustar a cereja do bolo, bastante apertado na ocasião por, segundo ela, ter sido pouco aproveitado pela rapaziada fora da capital. O que achei curioso na Ariella foi o fato dela afirmar que, para enrabá-la só se for com pimenta nos punhos: agilidade, velocidade e potência nos golpes. Após o encaixe e seguindo a ordem da diaba, imprimi de imediato a alta rotação, levando a cachorra ao clímax logo depois. Com o gongo próximo de soar, pus ela de bruços e segui arrombando com vontade a sua rosca antes de dar aquela leitada intensa no fundo do seu cu. Ficamos então de chamego nos recuperando e trocamos uma boa resenha até a minha partida, felizes com esse reencontro depois de três anos.
Uma putaria raiz sem censura é o que espera quem quiser duelar com a bela Ariella.
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