MITHRA SPA - SIQUEIRA CAMPOS 43-1235
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    FABRI XOTA
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    by FABRI XOTA » 18/03/2025

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    Fala seus putos!!! https://www.youtube.com/watch?v=j076LVGc5E0 Conheci a Camile no início da sua ...
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    Fala seus putos!!!



    Conheci a Camile no início da sua carreira, e isso deve ter uns 2...3 anos mais ou menos. Lembro q fui um dos seus primeiros clientes, primeiros mesmo, tipo... 3º...5º talvez. Camile que na época usava o nome de Bia, sempre me atraiu por ser novinha, gostosinha e beijava na boca e oral sem capa, era o pacote completo. Nunca esqueço de como ela sentava gostoso, parecia aquelas dançarinas de funk, em q eu tive que pedir pra parar pq ela sabe sentar, digo que é o ponto alto do atendimento dela, e o que faz de melhor. Bia percorreu o "mundo" das massagens tbm e foi adquirindo experiências. Sempre via "Bia" ou " Camile" no espacotreparias, e feliz por ela estar crescendo e ainda alí no site disponível pra atendimentos. Ela sempre foi um docinho comigo e me atendia super bem, inclusive me indicou no passado uma amiga na própria clinica q tb era um amorzinho. Vamos para o repeteco feito em 2025 depois de uns 2 anos sem seus atendimentos, e olha q já fui nela umas 8 vzs.

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    Segunda feira, dia 10/03/25 visualizo o status da casa e quem aparece, Camile. Pqp, era o destino nos dando mais uma oportunidade... Mandei msg pra minha parceira Noeli e pedi pra separar 30m pra a gente matar a saudade. Fabri xota, se a mina é tão boa, pq não marcou logo uma hora???

    - Pq Fabri xota sabe como as coisas funcionam, e elas adquirem vícios, manias. Não sei como está o atendimento dela agora em 2025, então se fosse algo ruim o prejuízo seria menor. Captaram?

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    Pois bem, chegando na clínica Liz, recepcionista super hiper mega simpática que tbm atende, me leva ate o último quarto e chama Camile. Escuto os passos da Camile vindo em minha direção, ela abre a porta e começa a rir, mas de uma forma bonitinha com a cabeça baixa e sorrisinhos no canto da boca. Pergunto o que houve, e ela diz que não era nada!

    "Ai.. é Fabri xota aquele q me fazia gozar horrores no oral. È ele, não acredito. Fiquei imaginando q ela estaria pensando algo do tipo, já que ela não quis revelar o motivo do sorrisinho, ok... rs."

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    A cumprimento com um abs gostoso, aquele de saudades mesmo. Dou uns beijos em seu rosto/pescoço e tiro as dúvidas de praxe, afinal, é algo indispensável e não podemos dar mole.

    Beija na boca, mas o oral hj está com EPI, sim meus amigos. O que era bom, durou pouco, acabou Brasil... oral só com capa. Eu não fico. Vcs sabem, oral com capa é horrivel, e hj temos diversas opções de orais babados num preço igual ou inferior, mas Camile sempre teve um espaço no meu coração e queria reviver aquela sensação do passado, pq foram momentos mto legais, então resolvi ficar.

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    Ela pergunta se vou querer a massagem, já q eu tinha fechado apenas 30m. Eu disse que sim, coisa rápida. Queria ver sua evolução. Ela senta de costas pra mim, e pega meus pés e faz uma boa massagem. Percorre meu corpo de forma bem rápida e super entendo até pq ainda teríamos beijos na boca, oral em mim, nela, dedo na xota, surra de piroca, enfim... Ela soube administrar bem o tempo. Chegou o momento mais esperado...

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    48** PODE VIRAR, AMOR! 48**

    Piroca pulsando, babando e ela vai pegar a camisinha. Nesse momento eu a agarro seguro seu pecoço dou um beijo naquela boca que hj está turbinada. Beijo bom, tímido, mas gostoso. Então ela coloca a camisinha e começa o glut glut. Irmão, o oral dela sempre foi ótimo, e naquele momento só não falo que foi ótimo pq estava de camsinha, mas foi bom. Ela tem uma pressão certa, mto boa.. suga gostoso e vai até o final. Pedi pra lamber meu saco, mas ela falou q eu estava pedindo demais. Tá vendo como é válido os 30m? O atendimento sempre muda, mas ainda assim ela chupou sem pressa alguma.
    Ai pedi pra ela deitar e chupei aquela bucetinha dela, branquinha, linda, rosinha e toda depilada hum... e o cheiro. Não estava com odor zero, e pra quem gosta, tinha aquele cheiro de bct pra quem gosta, só pra quem gosta heim. Cheguei perto, senti e águei naqule momento. Chupei a menina coisa rápida, pq como me mamou de camisinha, eu não ia me esforçar pra fazê-la gozar kkk. Deixei ela na vontade...

    A posicionei "no papai e novinha" eu a encarava, olhava nos olhos e ela continua mordendo a boquinha qnd está sendo macetada, nossa... bem coisa de ninfetinha pqp. Comecei a roçar minha boca em seu rosto, deixei boca c boca, até q ela me beija e que beijo gostoso. Beijo de quem estava com a xota molhada, piscando então Fabri xota beija mto aquela boquinha turbinada dela e ela gemendo baixinho " ohh ohh ohhhh". É um gemidinho fino e baixo, sem palavrões ou palavras do tipo

    " Come sua piranha, come essa bucetinha, fdp, me da leitinho..."

    Não!!! Camile é mais contida, do jeito q eu gosto. Ela vem e pede pra sentar. Claro q eu deixei. Se posicionou, encaixou de frente e olhinhos reviraram e ela cola seus seios pequeninhos juntinho aos meus. Ela senta bem lentamente sentindo meus míseros centímetros e curtindo, enquanto isso nos beijávamos q nem dois adolescente apaixonados. Aperto sua bunda q tbm deu uma crescida, e que bunda gostosa pqp... Dou umas porradas pq ela gosta, passo a mão na sua xota super enxarcada, a travo pela cintura e nessa hora só lembrei do meu amigo Durga " Domenic", e foi fuzilamento de xota...
    73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73** 73**

    Vi que não ia durar, pedi pra ela levantar e colocar as mãos na parede e continuei empurrando e sua bunda roxa de outros atendimentos, caraiiiii...
    Vapu vapu vapu vapu, ela se posiciona no espelho de propósito pra ficar um clima mais safado, e coloco a mão em sua micro xota e toco uma siririca e em seguida peço pra finalizar no papai e mamãe. Ela deita, arreganha as pernas, " Desligo o ar condicionado, tiro o carro do gás e passo pra gasolina", ai irmão... Velocidade 5x do créu e Camile me apertando e eu enfiando até o talo sem dó q nem o filme " Click", e loto a camisinha de leite desnatado.

    Me levanto, trocamos uma idéia bem rápida e meto o pé.

    Camile sempre teve um atendimento excelente, sem vícios. Seu estilo sempre foi namoradinha e submissa, coisa q eu adoro.
    O chato hj é o oral estar sendo com capa, mas ela foi sincera e me avisou antes do atendimento. Eu fiquei pq quis, mas no passado eu ia toda semana nela, agora sendo com capa já é algo pra repensar. Mas se vc nunca foi nela, aconselho que vá... É uma foda honesta, bem boa com uma novinha safada. Fala que leu meu relato e se interessou. Me conta depois se ela riu rs...

    Isso é tudo, seus putos!

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    by MisterJ » 01/07/2025

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    Aconteceu há duas semanas, embora, para ser honesto, pareça mais tempo. Eu queria uma massagem. N...
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    Aconteceu há duas semanas, embora, para ser honesto, pareça mais tempo. Eu queria uma massagem. Não por dor ou necessidade física — essas desculpas sociais —, mas por desejo mesmo. Primeiro tentei a Mística. Agenda cheia. O horário que me servia era restrito: onze da manhã. Depois disso, compromissos. Uma reunião estúpida, pura burocracia. Coisas que ocupam tempo, mas não significam muito.

    Tentei a Mithra. Disseram que só havia uma profissional disponível: Liz. Mandaram uma foto. Menina bonita. Jovem, sorriso fácil, daquelas que parecem ter sido fotografadas num momento de descontração. Aceitei sem hesitar.

    Cheguei pontualmente. Edifício 43, Copacabana. Subi, toquei a campainha. Nada. Segunda vez. Silêncio. Mandei mensagem. Liz estava chegando. Na verdade, já vinha pelo corredor — ouvi antes de ver. Usava roupa de academia: top justo, legging preta. Parecia ligeiramente apressada, como quem saiu atrasada de outra coisa. Sem maquiagem. O rosto da foto, agora de carne, osso e poros visíveis. Ainda bonita, mas diferente. Mais real. Um início de barriga, dessas que se formam quando se vive com um pouco mais de prazer do que disciplina. Nada demais. Apenas humana.

    Entramos. Éramos somente nós dois naquele espaço. Ela me perguntou qual tipo de massagem eu tinha escolhido. Nuru, com final íntimo. Confirmei com um sorriso. Ofereceu banho. Recusei. Moro perto. Prefiro o meu chuveiro, meus próprios cheiros.

    Entramos no quarto. Ela saiu para buscar o óleo. Tirei a roupa com a naturalidade ensaiada de quem já passou por isso outras vezes. Deitei. Esperei.

    Ela voltou — agora mais solta, quase amiga. Colocou música. Começou pelos pés. Surpreendentemente boa. Pressão firme, ritmo certo. Subiu para as pernas, depois para as costas. Evitamos conversa. A massagem era silenciosa, respeitosa, quase clínica — mas boa. Muito boa, na verdade. Me perguntei se ela gostava do que fazia ou apenas havia aprendido a parecer que sim.

    Em dado momento, perguntou se eu queria a nuru. A pergunta me desconcertou. Tínhamos combinado isso. Ela explicou: alguns clientes preferem pular essa parte e ir direto ao final. Fiquei um segundo em silêncio, não por dúvida, mas por tentar entender que tipo de homem dispensa o caminho pelo atalho. Respondi que sim. Tinha uma hora. Dava tempo.

    A técnica dela era curiosa. Começou com aquele toque que quase não é toque — os dedos pairando milímetros acima da pele, como se hesitassem em se comprometer. Era mais sensação do que contato, como uma lembrança física de algo que ainda não aconteceu. Um arrepio percorreu minha pele. Não era exatamente prazer — era expectativa. E, como quase tudo na vida, o que vem antes é sempre mais intenso do que o que de fato acontece.

    Depois, ela pegou o óleo. Muito óleo. O suficiente para que o próprio corpo dela pudesse deslizar sobre o meu sem resistência. E foi o que ela fez. Sentia o peso leve dela sobre mim, o movimento dos quadris, os seios roçando minhas costas. Meu corpo reagia como sempre reage, com precisão mecânica, como se ele soubesse mais do que eu o que fazer em situações assim. Eu, por outro lado, pensava.

    Pensava na estranheza de tudo isso. Em estar nu, coberto de óleo, com uma desconhecida escorregando sobre mim como se estivéssemos no meio de uma coreografia ensaiada que não tem público nem aplauso. Eu não a conhecia. Não sabia seu sobrenome. Talvez nem fosse Liz. E mesmo assim, ali estávamos, como se a intimidade fosse uma coisa que se pudesse comprar por hora e combinar por mensagem.

    Ela pediu que eu virasse. Virei. O lençol grudava nas costas, molhado de óleo. Ela ainda se demorou um pouco nas pernas, mas era só protocolo. Sabíamos para onde aquilo ia. Chegou ao lingam — nome técnico, como se dar nome sanitizasse o gesto. Os movimentos eram lentos, ritmados, quase compassados com a respiração. Ela fazia como quem sabe o que está fazendo, mas sem exagerar, sem teatralidade.

    Logo depois, sem pressa e sem anúncio, ela iniciou um balé com a boca sobre o meu pau. Um gesto que não pedia retorno — apenas aceitação. Eu a observava de cima, e algo em mim se curvava, não por submissão, mas por uma estranha gratidão. Senti-me, naquele instante, um homem afortunado. O tipo de homem que, por alguma trégua temporária do universo, recebe mais do que merece. E o curioso: aquela mesma mulher que, ao me receber no corredor, não me parecera tão bela quanto na foto, agora me parecia soberba. Não porque tivesse mudado — mas porque o desejo a havia transformado para mim. A beleza, pensei, é menos o que se vê do que o que se deseja ver.

    Os movimentos da sua boca seguiam uma cadência hipnótica. Não havia pressa, não havia hesitação. E eu, que me orgulhava de certo autocontrole, já sentia o limite se aproximando — aquela pressão interna que precede a entrega e que sempre me deixa dividido entre o prazer e a frustração de que termine logo.

    Ela percebeu. Parou. Pegou a camisinha. Esse momento, para mim, sempre tem algo de quebra. De intervenção externa. Como se, por um segundo, a realidade entrasse na cena — fria, plástica, profilática. Nunca me dei bem com esse pequeno ritual. Mas ali, com ela, não foi desconfortável. Ou talvez eu estivesse me acostumando com as interrupções da vida. O certo é que, quando ela montou em mim, quando seu corpo encaixou com o meu com uma pressão precisa e quase compassada, o mundo se reorganizou.

    Ela começou a se mover — primeiro lenta, depois em pequenas explosões de movimento. Quicava, literalmente. A palavra me veio à mente como um clichê, e ainda assim era exatamente isso. A pressão era boa, tão boa que me vi fazendo contas mentais para não acabar tudo rápido demais. Tentei olhar para o seu rosto, entender se havia prazer ou só profissionalismo encenado. Mas ela sorria de leve, os olhos semicerrados. Podia ser desejo. Podia ser performance. Naquele momento, importava menos do que eu costumava pensar.

    Pedi para mudar de posição. Um pedido de socorro. Um adiamento do inevitável. Achei que ela fosse deitar-se, passiva, como tantas outras vezes com outras mulheres. Mas não. Virou-se de quatro, oferecida, elegante. E ali estava ela, de quatro, com a marca discreta de biquíni desenhada na pele. Uma visão simples, e por isso mesmo devastadora. Penetrei devagar, com uma reverência quase ridícula, como se pedisse desculpas por invadir.

    Eu não ia durar muito. Sabia disso. E antes que eu dissesse qualquer coisa, ela falou. Com uma voz doce, quase maternal: “Respira fundo. Se acalma.”

    Obedeci. E no reflexo do espelho à frente, me vi. Não como um personagem de um filme pornô barato, mas como um homem real. Um corpo em tensão, uma expressão entre o prazer e o espanto. Pensei: estou bem. Estou feliz. Não de um modo absoluto, nem duradouro — mas, por ora, feliz.

    Queria prolongar. Dar mais a ela, se é que havia algo a dar. Mas também me perguntei o quanto do que via era real e o quanto era apenas aquilo que ela sabia que eu queria ver. No fundo, não fazia diferença. O desejo tem esse poder de tornar até o teatro autêntico. O que quer que fosse, era bom. Bom o suficiente para me esquecer, por alguns minutos, de mim mesmo.

    Houve o clímax, inevitável e previsto. Espetacular e forte, eu segurando forte suas ancas. Um alívio físico de todas as tensões. Um sinal de que a sessão caminhava para o fim. Ela se virou sorrindo, pegou papel e me limpou com cuidado. E foi nessa delicadeza, paradoxalmente, que senti ainda mais prazer.

    Vesti-me em silêncio. Paguei por pix. Ela perguntou se eu queria água. Ainda tinha água que ela tinha me oferecido no início. Perguntou se queria um banho. Recusei. Disse que morava perto. Sempre repito isso: "moro perto", como se isso justificasse minha pressa em sair. Ela sorriu, profissional. Um sorriso que já foi dado centenas de vezes, para homens iguais a mim, que entram e saem com pressa, como se tivessem apenas ido ao banco.

    Certamente tem repeteco.
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    by MisterJ » 20/08/2025

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    Resolvi voltar à Mithra. Havia ali uma espécie de conforto premeditado: bons preços, serviço com...
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    Resolvi voltar à Mithra. Havia ali uma espécie de conforto premeditado: bons preços, serviço completo, e uma previsibilidade que, com o tempo, ganha valor. A marcação foi fácil, quase automática. O nome, como de costume, exalava exotismo fabricado: Jasmim.

    Me enviaram uma foto. Olhei rápido, com aquele misto de ceticismo e desejo. É curioso como, mesmo sabendo que não há garantias na fantasia digital, ainda nos deixamos levar. Cheguei no horário marcado, uma pontualidade que, confesso, tem menos a ver com educação e mais com ansiedade.

    Ela abriu a porta quase no mesmo instante. E ali veio o primeiro tropeço: era diferente. Não levemente. Bastante. O tipo de diferença que nos obriga a recalibrar expectativas em silêncio. A pele, o cabelo, o rosto, como se fossem partes de outra pessoa.

    Fui conduzido ao quarto com naturalidade, mas eu ainda estava preso à dissonância. E perguntei, sem conseguir me conter:

    — Você é a Jasmim?

    Ela riu, um pouco constrangida, mas confirmou. Me olhou nos olhos e devolveu a pergunta com delicadeza:

    — Estou muito diferente?

    Estava. Disse que sim, não com crueldade, mas sem falsa diplomacia. Ela se explicou com pressa: cabelo molhado, pouca maquiagem, luz ruim. Peguei o celular e mostrei a imagem que haviam me mandado. Ela puxou o dela, abriu o WhatsApp, apontou o próprio perfil.

    Sim, era ela. A mesma. Só que não.

    Vivemos tempos curiosos, em que as pessoas são obrigadas a provar que são quem dizem ser, não com documentos, mas com selfies. As identidades se sobrepõem, flutuam entre filtros de Instagram e realidades menos polidas. Ela me perguntou se estava feia. Respondi que não. Porque não estava mesmo. Mas me calei sobre o que de fato me desconcertava: na foto, que de fato era ela, ela estava muito mais bonita.

    Pediu que eu pagasse adiantado. Estranhei. Sempre paguei no final, como quem negocia não só um serviço, mas uma confiança mínima. Ainda assim, não hesitei. Ela era simpática. E havia algo na maneira como lidava com a situação, uma preocupação sincera, talvez até um certo arrependimento antecipado, que me impediu de ser duro.

    Havia, naquele quarto de luz baixa e óleo de massagem, uma verdade desconfortável se impondo: não era sobre beleza, nem sobre técnica. Era sobre ilusão, expectativa, e sobre como seguimos, mesmo assim, desejando alguma forma de entrega.

    O ritual, desde o início, saiu torto. Ela não tirou toda a roupa: ficou de calcinha e sutiã, como quem se agarra a uma última trincheira contra a nudez. Não vi insolência nem preguiça, mas uma tentativa patética e sincera de manter algum controle dentro da encenação. Não era profissionalismo, era humanidade. E eu, que deveria estar excitado, comecei a me sentir quase cúmplice: também ali, vulnerável, esperando que desse certo.

    Deitei no tatame, que tem pretensão de altar mas não passa de um vinil gasto coberto com um lençol. Ela começou pelos pés. A “massagem”, chamo assim por convenção, porque o gesto era um híbrido mal definido entre cafuné e tentativa de cócega, não tinha método algum. Mas percebi um esforço real: ela queria agradar, só não sabia como. Eu, em vez de relaxar, comecei a me preocupar: será que essa encenação descarrila já no primeiro ato? É como estar num restaurante e a entrada vir queimada. Ainda há prato principal e a sobremesa, mas a confiança já se abalou.

    Então ela tirou o sutiã e veio por cima de mim. Usou pouco óleo, deslizava mal, mas dava para sentir o bico de seus seios. Elogiou meu perfume, respirou fundo no cangote, enfiou a língua na orelha. Não era cálculo, era instinto. E, por incrível que pareça, funcionou. Percebi que quando desistia de fingir uma técnica, ficava mais verdadeira.

    Pediu que eu virasse. O corpo, enfim revelado, justificava a propaganda: era bonito, firme, com aquela maciez factual, impossível de falsificar. Eu toquei seus seios e, por um instante, esqueci da farsa. Ali estava o dado cru, estatístico: carne jovem.

    Vieram mais uns minutos de massagem protocolar: burocracia tátil, ela cumprindo um checklist invisível. Até que partiu para o lingam. E aí, sim, um outro ser emergiu. A boca, a garganta, a vontade. Nada de hesitação. Eu mesmo fiquei surpreso: pensei, “então era aqui que ela morava, no subterrâneo, não na superfície”. Me animei. Empurrei sua a nuca com as mãos, ela correspondeu. Sempre tenho medo de fazer isso com quem acabei de conhecer. A moça pode não gostar, mas ela respondeu bem, indo mais fundo na garganta. O pacto se firmava.

    Na montada, novo contratempo: a calcinha. Mais que um obstáculo físico, era uma alegoria mal-ajustada. Segurei os seios, perfeitos, naturais, e, no fundo, a única coisa realmente profissional ali. A barreira da calcinha saiu em seguida. Só que faltava a camisinha. Procurou na caixinha ao lado, não encontrou, saiu, voltou, tentou colocar com a boca. Falhou. Tentou com a mão. Falhou também. E eu ali, constrangido, participando do ritual de iniciação mais patético da minha vida. Terminei ajudando, como quem abre um pote de azeitona para um convidado.

    E então, a penetração. Profunda. O beijo, que carrega consigo um detalhe biográfico indisfarçável: o leve sabor de tabaco. Um "porém" na boca, um traço de uma vida exterior, de hábitos e vícios que transbordam aquele cubículo. Ela elogia novamente meu perfume, cheira com uma genuína voracidade olfativa, é o elemento mais forte do meu corpo que parece realmente cativá-la. O perfume era mesmo especial e ela soube apreciá-lo.

    Ato contínuo, ela fica a 90 graus e começa a quicar. É quando a coisa fica "selvagem". De um selvagem perigoso. Seguro suas mãos e ela fica de cócoras, um sobe-e-desce frenético, potente, quase assustador. A qualidade é inegável, mas a mente, a minha mente que nunca desliga, começa a calcular os riscos. Li relatos. Fraturas de pênis. Acidentes grotescos em quartos como este. Aquele corpo jovem, agora uma máquina desgovernada de prazer, é também uma ameaça física. Penso: "não quero quebrar meu instrumento". É um pensamento absurdo, hilário e trágico, o ápice do desencantamento do mundo, onde o êxtase é mediado pelo medo de um acidente de trabalho.

    Levanto meu torso e beijo seus seios perfeitos, tento controlar a situação, ela agora faz o movimento de frente para trás. Não quer parar. Deslizo dentro de seu corpo, mas agora sem risco de acidentes. Mudo de posição. Ela de lado. Eu a encontro. É bom demais. Tão bom que preciso fugir mentalmente, pensar na crise mundial, na dialética hegeliana, em qualquer abstração que me tire dali, que me impeça de acabar logo. Mas o animal vence o filósofo. Quando estou por cima, ela me beija com uma fome que parece real, geme no meu ouvido, respira fundo no meu cangote (ah, esse perfume!) e o vai-e-vem se torna inevitável. Aviso que vou chegar ao fim. Ela diz que vai ficar parada. Tarde demais. O ponto de não retorno já foi ultrapassado há muitas bombas cardíacas.

    Depois, num gesto que não sei se foi cavalheirismo ou curiosidade etnográfica, decidi retribuir. Usei dedos e língua. Ela se contorceu. Eu, cínico, tentei calcular: performance ou realidade? Mas havia gemidos, havia respiração pesada, corpo contorcido, mãos travadas. No fundo, isso bastava.

    No final, a revelação: “Sou nova na casa.” De repente, tudo fez sentido. A massagem improvisada, os esquecimentos, a mistura de ansiedade e entusiasmo. Não era uma atriz da propaganda, era uma aprendiz. A foto era ficção de filtro de instagram. O cigarro, não. Esse era o detalhe documental. Não que seja um impedimento insuperável, mas tira um pouco da vontade de beijar.

    Ela foi simpática. Quis agradar. Isso, no fim, valeu mais do que qualquer técnica. E seus seios, firmes e macios, triunfavam sobre todo o artifício.

    Recusei o banho. Preferi sair com aquele cheiro: sexo, óleo e volúpia. Como souvenir de uma experiência imperfeita, às vezes ridícula, às vezes tocante, mas incontestavelmente humana. Gostei da Jasmim.

    Talvez volte com ela. Não pela massagem, mas pelo enredo. Pela curiosidade de saber se, na próxima vez, a foto ainda existirá ou se restará apenas ela: sincera, desajeitada, de cabelo molhado, leve hálito de cigarro. E a maciez que não mente.
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