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Uma sexta-feira há algumas semanas atrás...
Marquei com a Maya no shopping. Pontual, linda, olhar firme. Entrou no carro e seguimos direto. Conversa fluindo, mas com tensão no ar. A química entre nós era forte, e ambos sabíamos para onde aquilo ia. O trajeto até o apartamento da Bruninha foi uma delícia, nossos corpos já diziam o que viria.
Bruninha abriu a porta. Corpo escultural, olhar que penetra. Camila Aisha já estava lá, tranquila, à vontade no sofá, como se o ambiente fosse dela. As três eram intensas. E aquilo não era coincidência. Era desejo concentrado no mesmo cômodo.
Os toques começaram cedo. Um beijo ali, uma mão deslizando acolá. Não teve cerimônia nem hesitação. As roupas saíram sem palavras. O sexo aconteceu como precisava acontecer: direto, cru, intenso.
Maya se envolvia com Camila enquanto Bruninha puxava meu corpo contra o dela. Alternávamos, nos misturávamos, nos tocávamos sem ordem, sem posse. Beijos molhados, gemidos baixos, unhas marcando pele. O tempo ali dentro perdeu sentido. Só existia o agora.
A energia era coletiva. Não havia vergonha, nem competição. Só desejo sendo vivido até o limite.
Terminamos suados, largados pelos cantos, respiração ainda descompassada. Sem promessas, sem perguntas. Apenas corpos satisfeitos.
Foi isso. Uma tarde de sexo. Puro, intenso
Uma sexta-feira há algumas semanas atrás...
Marquei com a Maya no shopping. Pontual, linda, olhar firme. Entrou no carro e seguimos direto. Conversa fluindo, mas com tensão no ar. A química entre nós era forte, e ambos sabíamos para onde aquilo ia. O trajeto até o apartamento da Bruninha foi uma delícia, nossos corpos já diziam o que viria.
Bruninha abriu a porta. Corpo escultural, olhar que penetra. Camila Aisha já estava lá, tranquila, à vontade no sofá, como se o ambiente fosse dela. As três eram intensas. E aquilo não era coincidência. Era desejo concentrado no mesmo cômodo.
Os toques começaram cedo. Um beijo ali, uma mão deslizando acolá. Não teve cerimônia nem hesitação. As roupas saíram sem palavras. O sexo aconteceu como precisava acontecer: direto, cru, intenso.
Maya se envolvia com Camila enquanto Bruninha puxava meu corpo contra o dela. Alternávamos, nos misturávamos, nos tocávamos sem ordem, sem posse. Beijos molhados, gemidos baixos, unhas marcando pele. O tempo ali dentro perdeu sentido. Só existia o agora.
A energia era coletiva. Não havia vergonha, nem competição. Só desejo sendo vivido até o limite.
Terminamos suados, largados pelos cantos, respiração ainda descompassada. Sem promessas, sem perguntas. Apenas corpos satisfeitos.
Foi isso. Uma tarde de sexo. Puro, intenso
