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TD realizado no sábado, 17 de janeiro de 2026
Hospedado por alguns dias em Itaguaí, resolvi desbravar pela primeira vez no município. Como os anúncios das frees que atendem na cidade não me empolgaram
, voltei minha atenção para os vários inferninhos (me falta palavra melhor
) que aqui existem. As informações sobre eles na Internet são raras e imprecisas
, o que me levou a optar por uma incursão na Boate Frenesy, bem próxima ao Centro, numa área iluminada e policiada. Havia duas viaturas na rua durante todo o tempo em que permaneci no local. Segundo as pessoas que lá estavam, a Frenesy bombava em outras épocas, mas hoje se encontra em decadência. Estando doente o dono da casa, o movimento ontem era comandado por uma GP que se apresenta como Jully, mulher bonita, de 37 anos assumidos (aparenta menos), morena escura com cabelos tingidos de grená e curvilínea
. Ela disse que em outra ocasião poderia me atender, mas naquele momento cuidava apenas do serviço das bebidas e do caixa.
Solicitadas as apresentações, veio primeiro uma ninfeta mulata de bunda grande e coxas grossas, tatuadas e torneadas
. Também era bela de rosto, mas parecia tímida demais, ou pouco à vontade na minha presença. Comecei a pensar que o risco de vê-la travar entre quatro paredes era alto
. Não fiquei de todo convencido de que tinha de fato os 19 anos que declarou
, e quando confessou que não gostava de beijar durante os atendimentos desisti de vez
. Terminamos de compartilhar um latão de Brahma, e eu disse à menina para chamar outra colega. Chegou então uma negra dark skin, entre seus 28 e 30 anos talvez, alta e esguia, com curvas bem desenhadas. A julgar só pelo visual, valeria a experiência. Porém, depois de três ou quatro minutos de conversa, a mulher simplesmente desviou a atenção para algo que aparecia na tela do seu celular, e ali continuou, só faltando escrever um bilhete com a mensagem “Não quero te atender”
.
Segui bebendo e esperando que algo de positivo acontecesse. Logo surgiu a Flávia, GP que se diz iniciante, apesar de já ter 35 anos. É uma dama bem baixinha e magrinha, parda com um tom de pele algo amarelado, cabelos alisados e clareados, bunda pequena e redonda, pernas definidas, segundo ela pelo hábito de subir e descer inúmeras vezes as escadarias da comunidade em que mora
. Pelos critérios dos meus olhos, seria a última opção da noite, mas quando se acercou de mim logo notei que a química funcionava
. Enlacei sua cintura sentindo o sangue ferver e o pau começar a despertar. Passei alguns minutos beijando sua nuca, cheirando seus ombros, correndo meus dedos por dentro dos seus cabelos
. Jully ria, dizendo que eu havia achado uma namoradinha
. Matei uma caipirinha, enquanto Flávia fazia o mesmo com uma água mineral e um cigarro. Pegamos a chave de um quarto para uma hora cheia.
O lugar me lembrou bastante o privê do Caxito, em Maricá, que frequentei há vários anos. Mais limpo e cuidado, porém, sobretudo no que se refere à cama
. Tiramos de imediato todas as roupas e subimos no colchão. Flávia veio por cima e me brindou com beijos intermináveis
, cujo sabor era de bala mesclada com tabaco. Mamei em seus peitos miúdos enquanto ela me masturbava. Quando me senti mais excitado, solicitei um boquete. A dama se debruçou sobre as minhas pernas e abocanhou a rola com olhos pervos
, fixados nos meus. Agarrei seus braços, pedi uma cusparada no membro, deixei que ela demonstrasse sem pressa seu talento na modalidade
. Finalmente me veio o impulso de meter. Flávia se deitou por baixo, e por um segundo me perguntei se daria certo o sexo com uma mulher tão miúda
. Ela não deve chegar à metade do meu peso! Entretanto, o encaixe foi bom e a ereção se manteve forte, apesar do meu sono atrasado e do estado etílico mediano. Demoramos no ppmm, com as línguas muitas vezes entrelaçadas. Mudamos para várias posições laterais. Tive muito prazer em fodê-la com as pernas enroscadas e depois de conchinha. Finalizei com a dama de bruços. Larguei minhas seis arrobas sobre ela, agarrei sua testa, beijei-a na boca e permiti a rebelião geral dos herdeiros
.
Conversei com Flávia sobre vários assuntos
. A respeito do que mais pode interessar aos foristas, ela não faz anal em nenhuma hipótese
, e só admite a leitada na boca de clientes fixos. Tampouco admite fotos do programa
, por causa de um antigo trauma. Começávamos a nos acariciar novamente quando veio a batida fatídica na porta. Foi um positivo nota 8. Juntei minhas coisas e voltei ao bar para tomar uma saideira. A Frenesy, pelo que foi possível entender, passa por um momento atribulado. Porém, a ideia de comer a Jully me instiga a voltar um dia. Abraços e até breve!
Flávia- TD positivo- valor 200 reais- tempo 1 hora- pagamento no débito
Hospedado por alguns dias em Itaguaí, resolvi desbravar pela primeira vez no município. Como os anúncios das frees que atendem na cidade não me empolgaram
Solicitadas as apresentações, veio primeiro uma ninfeta mulata de bunda grande e coxas grossas, tatuadas e torneadas
Segui bebendo e esperando que algo de positivo acontecesse. Logo surgiu a Flávia, GP que se diz iniciante, apesar de já ter 35 anos. É uma dama bem baixinha e magrinha, parda com um tom de pele algo amarelado, cabelos alisados e clareados, bunda pequena e redonda, pernas definidas, segundo ela pelo hábito de subir e descer inúmeras vezes as escadarias da comunidade em que mora
O lugar me lembrou bastante o privê do Caxito, em Maricá, que frequentei há vários anos. Mais limpo e cuidado, porém, sobretudo no que se refere à cama
Conversei com Flávia sobre vários assuntos
Flávia- TD positivo- valor 200 reais- tempo 1 hora- pagamento no débito
