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Meus amigos, alguns sabem que eu tenho vontade em dobro, rs, gosto de mulheres e homens, mas sou muito específica com mulher, chego a ser chata, mas essa fugiu todos meus padrões.
Ela era baixa, magrinha, peitão, cabelos enormes encaracolados, cinturinha, bundão, mas era um menino, estava eu, numa rua da boate gay e fui avistada por ela, então ela me abordou, eu morria de curiosidade, conversa vai, conversa vem, eu mirando somente nos seus peitões e então ela me deu um beijo, não foi o melhor beijo da vida mas eu beijei uma mulher, para mim foi ótimo, trocamos telefones, ela me deixou no ponto de ônibus após passar a noite atracadas na boate.
No dia seguinte ela me ligou, conversamos muito e resolvemos sair, conversamos bastante, nos beijamos novamente e dessa vez foi ótimo, não me perguntem por que eu não entendi até hoje e veio a súbita proposta: quer namorar comigo? Eu gelei, mas prontamente respondi que sim, passamos 3 meses, ela era muito ciumenta, eu era menor na época (16 anos) e não havíamos feito nada.
Anos se passaram e ela me add no falecido Orkut, papo vai, papo vem ela me convidou para almoçar, eu topei prontamente, com o desenrolar do almoço ela me convidou para o motel, com 19 anos já poderia entrar, rs, eu cheguei com ela já me beijando, tirando minha roupa e eu as dela, estávamos pegando fogo, ela parou tudo e perguntou se eu ainda era virgem, eu disse que não, ela suspirou aliviada e continuou, mão aqui, mão lá, beijos, esfregação, eu fui mamar aqueles peitos, meu confrades, eram perfeitos, grandes, branquinhos e mamilos rosados, caí de boca enquanto ela me dedava, logo ela me deixou e foi me chupar, nossa, ela me chupou muito e foi uma delícia (saudades daquela boca), depois de eu gozar gostoso ela me pediu para que chupasse ela, me surpreendi, ela era praticamente um menino, mas eu queria experimentar uma buceta, caí de boca, foi instintivo, fiz do jeito que eu gostava, lambendo o grelinho enquanto dedava, sentia aquela buceta quente e carnuda melando a minha mão, logo ela me pediu para lamber o cuzinho, não havia como recusar, lambidinhas enquanto fazia um carinho no grelinho, logo depois resolvi arriscar, coloquei o dedinho bem melado no cuzinho, como ela gemeu gostoso, fiquei na buceta chupando ela e adivinha?! Ela gozou, ela não acreditou que nunca havia chupado uma buceta, mas ela amou, depois fomos descansar.
Ali juntinhas na cama com o passar das conversa as coisas esquentam, engatamos numa tesoura e ficamos roçando nossas bucetas, depois ela me pediu para ficar de quatro e lambeu cuzinho e buceta, amigos gozei, rsrs, mas me recompus e fomos para o 69, que delícia, a safada gozou de novo, deitamos juntinhas e ela falou que me amava, eu gelei, nunca reajo bem a demonstração de afeto nesse nível, eu travei, só queria uma foda, eu a beijei nos lábios e falei que gostava dela, mas não a amava mais, tivemos um momento ótimo que poderíamos repetir, talvez o sentimento voltasse, talvez não, mas não queria ser injusta mentindo para ela, ela me beijou de volta e continuamos ali deitadas até dar o horário e irmos para casa.
E não, não voltamos e sim, ela me procura e mexe comigo até hoje, mas não quero a magoar.
Ela era baixa, magrinha, peitão, cabelos enormes encaracolados, cinturinha, bundão, mas era um menino, estava eu, numa rua da boate gay e fui avistada por ela, então ela me abordou, eu morria de curiosidade, conversa vai, conversa vem, eu mirando somente nos seus peitões e então ela me deu um beijo, não foi o melhor beijo da vida mas eu beijei uma mulher, para mim foi ótimo, trocamos telefones, ela me deixou no ponto de ônibus após passar a noite atracadas na boate.
No dia seguinte ela me ligou, conversamos muito e resolvemos sair, conversamos bastante, nos beijamos novamente e dessa vez foi ótimo, não me perguntem por que eu não entendi até hoje e veio a súbita proposta: quer namorar comigo? Eu gelei, mas prontamente respondi que sim, passamos 3 meses, ela era muito ciumenta, eu era menor na época (16 anos) e não havíamos feito nada.
Anos se passaram e ela me add no falecido Orkut, papo vai, papo vem ela me convidou para almoçar, eu topei prontamente, com o desenrolar do almoço ela me convidou para o motel, com 19 anos já poderia entrar, rs, eu cheguei com ela já me beijando, tirando minha roupa e eu as dela, estávamos pegando fogo, ela parou tudo e perguntou se eu ainda era virgem, eu disse que não, ela suspirou aliviada e continuou, mão aqui, mão lá, beijos, esfregação, eu fui mamar aqueles peitos, meu confrades, eram perfeitos, grandes, branquinhos e mamilos rosados, caí de boca enquanto ela me dedava, logo ela me deixou e foi me chupar, nossa, ela me chupou muito e foi uma delícia (saudades daquela boca), depois de eu gozar gostoso ela me pediu para que chupasse ela, me surpreendi, ela era praticamente um menino, mas eu queria experimentar uma buceta, caí de boca, foi instintivo, fiz do jeito que eu gostava, lambendo o grelinho enquanto dedava, sentia aquela buceta quente e carnuda melando a minha mão, logo ela me pediu para lamber o cuzinho, não havia como recusar, lambidinhas enquanto fazia um carinho no grelinho, logo depois resolvi arriscar, coloquei o dedinho bem melado no cuzinho, como ela gemeu gostoso, fiquei na buceta chupando ela e adivinha?! Ela gozou, ela não acreditou que nunca havia chupado uma buceta, mas ela amou, depois fomos descansar.
Ali juntinhas na cama com o passar das conversa as coisas esquentam, engatamos numa tesoura e ficamos roçando nossas bucetas, depois ela me pediu para ficar de quatro e lambeu cuzinho e buceta, amigos gozei, rsrs, mas me recompus e fomos para o 69, que delícia, a safada gozou de novo, deitamos juntinhas e ela falou que me amava, eu gelei, nunca reajo bem a demonstração de afeto nesse nível, eu travei, só queria uma foda, eu a beijei nos lábios e falei que gostava dela, mas não a amava mais, tivemos um momento ótimo que poderíamos repetir, talvez o sentimento voltasse, talvez não, mas não queria ser injusta mentindo para ela, ela me beijou de volta e continuamos ali deitadas até dar o horário e irmos para casa.
E não, não voltamos e sim, ela me procura e mexe comigo até hoje, mas não quero a magoar.


