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Ele sempre me sussurrava ao ouvido quando vinha dormir em minha cama, sua voz grave e tenra me deixava arrepiada.
Era noite, não o esperava desta vez, estava chovendo muito, não o esperava, nossos encontros eram salpicados e incertos, ele tinha outro compromisso, mas nunca me importei, aquele perfume me inebriava de tal forma que sempre cedia aos meus impulsos carnais.
Tomei um banho morno e vesti a minha roupa mais confortável, estava na sala vendo um filme qualquer até me despertar o sono e ir para cama, minha campainha tocou, mas nesta noite eu não o esperava, curiosa porém ressabiada olhei pela fresta da janela, era ele, com a roupa toda molhada, provavelmente querendo abrigo ao lado de meu corpo quente, desta vez ele não disse nada, beijou meus lábios e sentou na cadeira.
Ele me olhava de cima a baixo, afinal, sempre estava pronta para o meu macho, não que seja minha obrigação, mas eu sentia este desejo, eu percebia seus olhares lascivos, mas não era o momento.
- você vai se resfriar, tome um banho e venha deitar comigo – Ele respirou fundo, sorriu e bateu em minha bunda, indo para o banheiro.
Eu fui ao meu quarto me deitar, não esperava muito dele, estava mais calado do que de costume, então lembrei que ele estava sem toalha e deixei no banheiro, podia ver aquele homem delicioso, nú, ensaboando seu corpo, aquilo me despertou desejo, porém ele não insinuou nada e também eu estava cansada.
Deitei na cama e me cobro, estava frio, estava tão cansada que estava entre aquela linha tênue de algo desperta e dormindo, então senti aquele corpo quente e úmido deitando em meu lado, ele estava completamente pelado, porém, beijou minha testa e desejou boa noite, então me contentei com aquilo e fui dormir.
Eu sempre dormir de bruços e minha bundinha redonda sempre empinadinha, foi quando acordei com meu macho com o dedo molhado de saliva estava penetrando meu cuzinho, levei um pequeno susto, porém estava delicioso, soltava gemidos baixos entre o travesseiro, foi quando ele tirou meu shorts e roçava seu pau na minha bunda, me sentia a cadelinha dele, a sua putinha, foi quando sem me dizer uma palavra ele me virava e abocanhava minha xota, com vontade, como se ela fosse a fruta mais suculenta e deliciosa que existia, foi quando meu corpo estava dando sinais que eu iria gozar ele parou.
- Não vai gozar agora não minha putinha, temos mais coisas para fazer.
Então ele me penetrou com vontade, estocadas firmes e deliciosas, cadenciado o lento ao rápido, num papai e mamãe delicioso, os gemidos estavam começando a ficar altos e mais altos e então novamente ele parava.
- Agora não cadelinha, você vai gozar quando eu quiser, sou seu macho ou não sou?! – apenas concordava mexendo a cabeça.
Aquele homem estava me deixando a explodir de tesão, minha buceta piscava de tanto tesão, ele sabia me provocar, ele sabia dos meus desejos mais íntimos, eu era a sua puta e ele dono da minha buceta.
Foi então que novamente me virava e me empinava de quatro, eu olhava para trás e ele estava com um sorriso extremamente safado!
- Hoje eu quero seu cuzinho – ele falava roçando sua rola nele.
Nunca havia dado o cu, mas naquele dia eu estava possuída por um desejo que não estava respondendo por mim, foi quando ele foi rapidamente ao banheiro e pegou em sua carteira um pequeno sachê de gel, ele então besuntou seu dedo, penetrando com um, com dois, eu gemia, de tão delicioso que estava .
- vamos! Me fode! – eu falava entre os gemidos, ele apenas dava uma risadinha baixa e continuava a penetrar com dedos.
- Você ainda não entendeu minha putinha, quem decide sou eu.
Enquanto ele metia no meu cu com o dedo, com a mão livre ele brincava com meu grelinho esfregando ele, a brincadeira estava cada vez mais deliciosa, foi quando ele percebeu que minha buceta estava extremamente molhada, então ele ajeitou sua pica e foi acomodando ela aos poucos em meu cuzinho apertadinho, socando nele devagar, com tanto carinho e quando já havia engolido aquela pica ele aumentava a velocidade, socando de uma maneira deliciosa, comecei a me masturbar junto com as estocadas intensas, foi quando ele anunciou que iria gozar.
Ele imediatamente tirou o pau e eu já entendi o que ele queria, ajeitei meu rosto para receber a esporrada em meu rosto, como uma boa cadela recebi seu néctar em meu rosto, escorrendo por entre meus seios.
Ao me levantar para ir ao banheiro ele não permitiu, me fez deitar e novamente me chupava, intercalando os dedos na buceta e meu cu, quando num gemido estridente eu anunciava finalmente meu gozo, foi extremamente delicioso, mais do que qualquer outra vez, aquele outro sabia como fazer uma mulher ter prazer, então ele sorria.
- você sempre foi o meu melhor erro.
Ele se levantou e fomos para o banho e então, finalmente, dormirmos juntos.
Era noite, não o esperava desta vez, estava chovendo muito, não o esperava, nossos encontros eram salpicados e incertos, ele tinha outro compromisso, mas nunca me importei, aquele perfume me inebriava de tal forma que sempre cedia aos meus impulsos carnais.
Tomei um banho morno e vesti a minha roupa mais confortável, estava na sala vendo um filme qualquer até me despertar o sono e ir para cama, minha campainha tocou, mas nesta noite eu não o esperava, curiosa porém ressabiada olhei pela fresta da janela, era ele, com a roupa toda molhada, provavelmente querendo abrigo ao lado de meu corpo quente, desta vez ele não disse nada, beijou meus lábios e sentou na cadeira.
Ele me olhava de cima a baixo, afinal, sempre estava pronta para o meu macho, não que seja minha obrigação, mas eu sentia este desejo, eu percebia seus olhares lascivos, mas não era o momento.
- você vai se resfriar, tome um banho e venha deitar comigo – Ele respirou fundo, sorriu e bateu em minha bunda, indo para o banheiro.
Eu fui ao meu quarto me deitar, não esperava muito dele, estava mais calado do que de costume, então lembrei que ele estava sem toalha e deixei no banheiro, podia ver aquele homem delicioso, nú, ensaboando seu corpo, aquilo me despertou desejo, porém ele não insinuou nada e também eu estava cansada.
Deitei na cama e me cobro, estava frio, estava tão cansada que estava entre aquela linha tênue de algo desperta e dormindo, então senti aquele corpo quente e úmido deitando em meu lado, ele estava completamente pelado, porém, beijou minha testa e desejou boa noite, então me contentei com aquilo e fui dormir.
Eu sempre dormir de bruços e minha bundinha redonda sempre empinadinha, foi quando acordei com meu macho com o dedo molhado de saliva estava penetrando meu cuzinho, levei um pequeno susto, porém estava delicioso, soltava gemidos baixos entre o travesseiro, foi quando ele tirou meu shorts e roçava seu pau na minha bunda, me sentia a cadelinha dele, a sua putinha, foi quando sem me dizer uma palavra ele me virava e abocanhava minha xota, com vontade, como se ela fosse a fruta mais suculenta e deliciosa que existia, foi quando meu corpo estava dando sinais que eu iria gozar ele parou.
- Não vai gozar agora não minha putinha, temos mais coisas para fazer.
Então ele me penetrou com vontade, estocadas firmes e deliciosas, cadenciado o lento ao rápido, num papai e mamãe delicioso, os gemidos estavam começando a ficar altos e mais altos e então novamente ele parava.
- Agora não cadelinha, você vai gozar quando eu quiser, sou seu macho ou não sou?! – apenas concordava mexendo a cabeça.
Aquele homem estava me deixando a explodir de tesão, minha buceta piscava de tanto tesão, ele sabia me provocar, ele sabia dos meus desejos mais íntimos, eu era a sua puta e ele dono da minha buceta.
Foi então que novamente me virava e me empinava de quatro, eu olhava para trás e ele estava com um sorriso extremamente safado!
- Hoje eu quero seu cuzinho – ele falava roçando sua rola nele.
Nunca havia dado o cu, mas naquele dia eu estava possuída por um desejo que não estava respondendo por mim, foi quando ele foi rapidamente ao banheiro e pegou em sua carteira um pequeno sachê de gel, ele então besuntou seu dedo, penetrando com um, com dois, eu gemia, de tão delicioso que estava .
- vamos! Me fode! – eu falava entre os gemidos, ele apenas dava uma risadinha baixa e continuava a penetrar com dedos.
- Você ainda não entendeu minha putinha, quem decide sou eu.
Enquanto ele metia no meu cu com o dedo, com a mão livre ele brincava com meu grelinho esfregando ele, a brincadeira estava cada vez mais deliciosa, foi quando ele percebeu que minha buceta estava extremamente molhada, então ele ajeitou sua pica e foi acomodando ela aos poucos em meu cuzinho apertadinho, socando nele devagar, com tanto carinho e quando já havia engolido aquela pica ele aumentava a velocidade, socando de uma maneira deliciosa, comecei a me masturbar junto com as estocadas intensas, foi quando ele anunciou que iria gozar.
Ele imediatamente tirou o pau e eu já entendi o que ele queria, ajeitei meu rosto para receber a esporrada em meu rosto, como uma boa cadela recebi seu néctar em meu rosto, escorrendo por entre meus seios.
Ao me levantar para ir ao banheiro ele não permitiu, me fez deitar e novamente me chupava, intercalando os dedos na buceta e meu cu, quando num gemido estridente eu anunciava finalmente meu gozo, foi extremamente delicioso, mais do que qualquer outra vez, aquele outro sabia como fazer uma mulher ter prazer, então ele sorria.
- você sempre foi o meu melhor erro.
Ele se levantou e fomos para o banho e então, finalmente, dormirmos juntos.

