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Divagando estava no ônibus, vindo eu de volta para esse maravilhoso Rio de Janeiro quando me peguei lembrando de uma breve aventura nesse mesmo meio de transporte há um bom tempo atrás, na primeira vez que vim ao Rio. Era época de Carnaval, se bem me lembro e os onibus de viagem costumam vir com uma quantidade de pessoas acima do permitido, ou melhor, do devido.
Mochila nas costas, uma bolsa com pequenas coisas em mãos e lá estava eu, sentada no painel do ônibus, quando o onibus para em uma cafeteria de estrada e pega mais um passageiro. Era um homem, cabelos se tornando grisalhos quando a luz permitia revela-los, um blazer cinza e mala em mãos. Não cabia mais ninguem naquele onibus, definitivamente. Mas àquela altura eu já podia imaginar onde ele caberia e muito bem.
Desci para tomar um ar e usar o banheiro. Aproveitei para tirar minha calcinha, ficando só com a saia jeans levemente encurtada para maiores efeitos e retornei para o ônibus, feliz e saltitante como uma boa ninfeta.
O vi no painel, onde anteriormente eu estava e subi os degraus, fazendo cara de desolada e reclamando do mesmo estar em meu lugar.
Ele parecia conturbado, irritado, não sei bem o que aqueles olhos queriam me dizer mas eu o comia com os olhos. Com os olhos, gestos, labios em cada palavra sibilada, eu o desejava, estava louca de tesão e, enquanto o motorista ainda não retornara, sussurei: Voce pode estar sem um lugar agora, todos estamos. Mas saiba que se bater frio, tem um lugar aqui bem quente e molhado pra voce se aquecer, tá bom? - e me sentei no ultimo degrau, esperando o motorista retornar para o onibus [...]
Em breve continuo meu conto. Foi só pra dizer que Dadaf, sua ninfeta favorita, está de volta <3 :p
Mochila nas costas, uma bolsa com pequenas coisas em mãos e lá estava eu, sentada no painel do ônibus, quando o onibus para em uma cafeteria de estrada e pega mais um passageiro. Era um homem, cabelos se tornando grisalhos quando a luz permitia revela-los, um blazer cinza e mala em mãos. Não cabia mais ninguem naquele onibus, definitivamente. Mas àquela altura eu já podia imaginar onde ele caberia e muito bem.
Desci para tomar um ar e usar o banheiro. Aproveitei para tirar minha calcinha, ficando só com a saia jeans levemente encurtada para maiores efeitos e retornei para o ônibus, feliz e saltitante como uma boa ninfeta.
O vi no painel, onde anteriormente eu estava e subi os degraus, fazendo cara de desolada e reclamando do mesmo estar em meu lugar.
Ele parecia conturbado, irritado, não sei bem o que aqueles olhos queriam me dizer mas eu o comia com os olhos. Com os olhos, gestos, labios em cada palavra sibilada, eu o desejava, estava louca de tesão e, enquanto o motorista ainda não retornara, sussurei: Voce pode estar sem um lugar agora, todos estamos. Mas saiba que se bater frio, tem um lugar aqui bem quente e molhado pra voce se aquecer, tá bom? - e me sentei no ultimo degrau, esperando o motorista retornar para o onibus [...]
Em breve continuo meu conto. Foi só pra dizer que Dadaf, sua ninfeta favorita, está de volta <3 :p






