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Prologo:
O texto que será apresentado, nada tem a ver com teorema. Na verdade, o processo logico foi completamente levado e concluido por uma libido repentina que impulsionou toda a construção desse aqui exposto. Não espere algo cientifico pois não terá, apesar de nosso corpo ser resposta quimica e metabolica direta, todos os dias, o dia todo. Aqui você verá apenas uma ninfeta viciada na Arte Sexual entediada em sua viagem ao interior de São Paulo, que ocorreu inicio desse ano.
I.
Foi minha primeira vez em Taubaté, sim, o lugar onde temos mitologicas figuras humanas conhecidas (como a gravida de Taubaté) e, para mim, infelizmente não havia muito para fazer. Somente andar de bicicleta de um lado pro outro e chupar um bom sorvete. Não, não um sorvete de carne, com seus relevos, texturas, gosto e cheiro maravilhosos. Somente um real sorvete porque eu não encontrava ninguem na rua! Todos haviam ido à Ubatuba celebrar o carnaval.
Pensem numa ninfa puta (literalmente), puta!
Nas noites, nada tinha, tais quais os dias. Me senti aprisionada no inferno, porem infelizmente sem demonios para cantar a vitória do pecado encontrado na carne. Seria o Inferno das Bruxas, chamado de Inferno Pessoal?! Um lugar sem gente. Sem homens. Sem interação e sem sexo! Cogitei algumas vezes que eu tinha morrido e ainda não tinha me dado conta (acho que ainda estou pensando nisso) mas não. Tinha provas de que ali era real, de que eu ainda existia (no mundo dos vivos). O jeito entao era ir pra Ubatuba tambem. Escolha certa na hora perfeita.
II.
Seguindo para Ubatuba num onibus geladissimo, sentia eu meus pés e dedos congelarem. No onibus, meia duzia de pessoas e uma possivel vitima no fundo. Um grupo de rapazes conversava, jogava cartas e bebia o que parecia ser jurupinga pelo cheiro. Minha castidade e pureza só me deram uma opção: ir ate os mesmos e pedir para participar do jogo. Prontamente, como boa samaritana, me apresentei e sentei-me por ali, solicitando minha entrada no jogo. Saquei logo que se tratava de Copo D'agua, um jogo onde basicamente voce junta 4 cartas de mesmo valor e o ultimo que juntar, bebe. Eu não bebo mas era minha chance. Me deram as cartas, não se apresentaram, mas ouvi algo como uma boa recepção.
III.
O jogo esquentava, os rapazes se alteravam cada vez mais com o nivel de alcool. É contra minhas regras e contra lei tambem se aproveitar de alguem que não se encontra em plenas condições mentais e de consentimento. 1x0 Universo. Minha oportunidade perdida. Porem segui jogando até um deles se levantarem para ir ao banheiro vomitar, onde uma luz celeste iluminou o banco ao lado: Um homem que estava com eles, porem dormindo com o travesseiro na cara acabara de despertar com os empurrões desse outrem. Estava sobrio. Estava lindo. Sorriso perfeito. O resto nem notei. Sorri, troquei alguma palavra, ele tambem gostava de Neil Gaiman e essa era minha abertura. Como o outro rapaz ainda não tinha voltado, troquei impositivamente de lugar com ele para ficar mais proxima do moreno. Ahhhh, que halito, Deuses! The Jack nas mãos, cartada final: Ação!
IV.
Ele queria. Minha mão invadia sua coxa com ferocidade, firmeza e carinho. Uma bermuda jeans nunca seria e não foi impedimento pra quem tem agilidade. As mãos dele começaram a me tocar de volta, subindo minha coxa quando o bebum insatisfeito voltou. Bastou um sorriso e uma conversa fiada, trocamos de lugar e os meninos começaram a zoar entre si o bebado acabado. Cada vez mais brechas, e dessa forma foi evoluindo. Toquei meus labios devagar em seu pescoço, seu volume enrijecia em minhas mãos e eu apertava, aproveitando a pneumatica perfeita do onibus para me movimentar. O moreno me amassava em sua grossura e me puxou, rapidamente, para seu colo. Encaixe de nadegas e volume, movimento extrasensorial, toque, labios, contato. Ele tinha uma Queen. Ganhou meu jogo. Encapou (nem louca faço sem!) encaixou, e fomos. Rebolando, lento. Seus amigos viam e zoavam. Não sei, até agora, quem são. Só gravei seu nome e não sei se o é. Sei que gozei, gostei, tremi e rebolei com minha bunda em seu pau.
V.
Como saída, precisei voltar ao meu banco. Havia conseguido meu pedaço de gente, pelo menos por aquele momento. Não era o que iria me satisfazer, mas era o que eu podia ter àquela altura.
O que ha de logico nisso? Explico de forma rapida e verdadeira: talvez nem os Deuses saibam. Sei que me fiz e completei-me naquela hora. E nada mais precisava ser feito.
Agora, Daf está de volta ao Rio. Consequentemente e para o maior prazer: Daf está de volta para voces ;)
Xoxo!
O texto que será apresentado, nada tem a ver com teorema. Na verdade, o processo logico foi completamente levado e concluido por uma libido repentina que impulsionou toda a construção desse aqui exposto. Não espere algo cientifico pois não terá, apesar de nosso corpo ser resposta quimica e metabolica direta, todos os dias, o dia todo. Aqui você verá apenas uma ninfeta viciada na Arte Sexual entediada em sua viagem ao interior de São Paulo, que ocorreu inicio desse ano.
I.
Foi minha primeira vez em Taubaté, sim, o lugar onde temos mitologicas figuras humanas conhecidas (como a gravida de Taubaté) e, para mim, infelizmente não havia muito para fazer. Somente andar de bicicleta de um lado pro outro e chupar um bom sorvete. Não, não um sorvete de carne, com seus relevos, texturas, gosto e cheiro maravilhosos. Somente um real sorvete porque eu não encontrava ninguem na rua! Todos haviam ido à Ubatuba celebrar o carnaval.
Pensem numa ninfa puta (literalmente), puta!
Nas noites, nada tinha, tais quais os dias. Me senti aprisionada no inferno, porem infelizmente sem demonios para cantar a vitória do pecado encontrado na carne. Seria o Inferno das Bruxas, chamado de Inferno Pessoal?! Um lugar sem gente. Sem homens. Sem interação e sem sexo! Cogitei algumas vezes que eu tinha morrido e ainda não tinha me dado conta (acho que ainda estou pensando nisso) mas não. Tinha provas de que ali era real, de que eu ainda existia (no mundo dos vivos). O jeito entao era ir pra Ubatuba tambem. Escolha certa na hora perfeita.
II.
Seguindo para Ubatuba num onibus geladissimo, sentia eu meus pés e dedos congelarem. No onibus, meia duzia de pessoas e uma possivel vitima no fundo. Um grupo de rapazes conversava, jogava cartas e bebia o que parecia ser jurupinga pelo cheiro. Minha castidade e pureza só me deram uma opção: ir ate os mesmos e pedir para participar do jogo. Prontamente, como boa samaritana, me apresentei e sentei-me por ali, solicitando minha entrada no jogo. Saquei logo que se tratava de Copo D'agua, um jogo onde basicamente voce junta 4 cartas de mesmo valor e o ultimo que juntar, bebe. Eu não bebo mas era minha chance. Me deram as cartas, não se apresentaram, mas ouvi algo como uma boa recepção.
III.
O jogo esquentava, os rapazes se alteravam cada vez mais com o nivel de alcool. É contra minhas regras e contra lei tambem se aproveitar de alguem que não se encontra em plenas condições mentais e de consentimento. 1x0 Universo. Minha oportunidade perdida. Porem segui jogando até um deles se levantarem para ir ao banheiro vomitar, onde uma luz celeste iluminou o banco ao lado: Um homem que estava com eles, porem dormindo com o travesseiro na cara acabara de despertar com os empurrões desse outrem. Estava sobrio. Estava lindo. Sorriso perfeito. O resto nem notei. Sorri, troquei alguma palavra, ele tambem gostava de Neil Gaiman e essa era minha abertura. Como o outro rapaz ainda não tinha voltado, troquei impositivamente de lugar com ele para ficar mais proxima do moreno. Ahhhh, que halito, Deuses! The Jack nas mãos, cartada final: Ação!
IV.
Ele queria. Minha mão invadia sua coxa com ferocidade, firmeza e carinho. Uma bermuda jeans nunca seria e não foi impedimento pra quem tem agilidade. As mãos dele começaram a me tocar de volta, subindo minha coxa quando o bebum insatisfeito voltou. Bastou um sorriso e uma conversa fiada, trocamos de lugar e os meninos começaram a zoar entre si o bebado acabado. Cada vez mais brechas, e dessa forma foi evoluindo. Toquei meus labios devagar em seu pescoço, seu volume enrijecia em minhas mãos e eu apertava, aproveitando a pneumatica perfeita do onibus para me movimentar. O moreno me amassava em sua grossura e me puxou, rapidamente, para seu colo. Encaixe de nadegas e volume, movimento extrasensorial, toque, labios, contato. Ele tinha uma Queen. Ganhou meu jogo. Encapou (nem louca faço sem!) encaixou, e fomos. Rebolando, lento. Seus amigos viam e zoavam. Não sei, até agora, quem são. Só gravei seu nome e não sei se o é. Sei que gozei, gostei, tremi e rebolei com minha bunda em seu pau.
V.
Como saída, precisei voltar ao meu banco. Havia conseguido meu pedaço de gente, pelo menos por aquele momento. Não era o que iria me satisfazer, mas era o que eu podia ter àquela altura.
O que ha de logico nisso? Explico de forma rapida e verdadeira: talvez nem os Deuses saibam. Sei que me fiz e completei-me naquela hora. E nada mais precisava ser feito.
Agora, Daf está de volta ao Rio. Consequentemente e para o maior prazer: Daf está de volta para voces ;)
Xoxo!


neném
SÓ DE LER DEU TESÃO !!! DOIDO PARA FAZER UMA DUPLA COM DAFNE
