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Vamos dar asas a imaginação e ter liberdade poética? Não! Essa história é baseados em fatos reais, como vocês verão a seguir sobre minha época de ninfeta, ahahaha.
Tinha meus 20 aninhos e estava com um namoradinho, ele trabalhava num cinema, porém era meio vazias as sessões, eu e ele tínhamos um fogo que não cabia dentro de nós e confesso, ele ainda mexe comigo e eu com ele, ahaha, mas vamos a historia.
Na época não trabalhava e apenas estudava, estava a tarde, de pernas para o ar, sem fazer nada e com tesão, mas meu namoradinho estava trabalhando, na época estava passando um filme que eu queria ver, e como era fácil para mim entrar e sem pagar, eu fui, comprei minha pipoca, fiz o meu saquinho de refil (sim, eu amo pipoca!), estava eu comendo muita pipoca e logo ele foi para a cabine colocar o filme para rodar, havia somente eu, ele e um senhor, sentado num dos bancos a frente.
Rapidamente ele senta ao meu lado, me abraça e me dá um beijo, meus amigos, quando o beijo começa a parada ficar louca! Insana! Coloquei a mão entre as pernas dele, já massageando aquele pau grande, grosso e quente que eu adorava, logo abri o cinto, ele riu com uma cara de safado pra mim, então abri a caça Jeans delicadamente, afinal, não queria aquele barulho de zíper, né!? Comecei punhetando ele e o danadinho rindo para mim, sem mais delongas comecei a mamar o pau dele, adoro um pau na minha boca, ele adorava uma chupada mais hard, então caprichei, e o bonitinho gozou na minha boca, rsrs, mas se vocês acham que acabou por ai, não meus queridos confrades, o filme acabou e nosso voyer (que não viu nada) foi embora, eu estava de vestido, coisa rara de estar, tirei a calcinha e sentei no colo dele, roçando a minha buceta to seu pau, beijando ele naquele estilo hardcore, cadela no cio, logo quem dar o ar da graça batendo continência, ele, meu adorado pau preto lustroso, meus amigos, sentei nele, sentei com vontade, pra gozar com força, então, fiquei aliviada, aquela tensão deu espaço para meu êxtase e gozei, gozei com vontade, peguei minha calcinha, coloquei no bolso dele e disse que era pra ele ficar, pra lembrar de mim mais tarde e fui para minha casa feliz.
Tinha meus 20 aninhos e estava com um namoradinho, ele trabalhava num cinema, porém era meio vazias as sessões, eu e ele tínhamos um fogo que não cabia dentro de nós e confesso, ele ainda mexe comigo e eu com ele, ahaha, mas vamos a historia.
Na época não trabalhava e apenas estudava, estava a tarde, de pernas para o ar, sem fazer nada e com tesão, mas meu namoradinho estava trabalhando, na época estava passando um filme que eu queria ver, e como era fácil para mim entrar e sem pagar, eu fui, comprei minha pipoca, fiz o meu saquinho de refil (sim, eu amo pipoca!), estava eu comendo muita pipoca e logo ele foi para a cabine colocar o filme para rodar, havia somente eu, ele e um senhor, sentado num dos bancos a frente.
Rapidamente ele senta ao meu lado, me abraça e me dá um beijo, meus amigos, quando o beijo começa a parada ficar louca! Insana! Coloquei a mão entre as pernas dele, já massageando aquele pau grande, grosso e quente que eu adorava, logo abri o cinto, ele riu com uma cara de safado pra mim, então abri a caça Jeans delicadamente, afinal, não queria aquele barulho de zíper, né!? Comecei punhetando ele e o danadinho rindo para mim, sem mais delongas comecei a mamar o pau dele, adoro um pau na minha boca, ele adorava uma chupada mais hard, então caprichei, e o bonitinho gozou na minha boca, rsrs, mas se vocês acham que acabou por ai, não meus queridos confrades, o filme acabou e nosso voyer (que não viu nada) foi embora, eu estava de vestido, coisa rara de estar, tirei a calcinha e sentei no colo dele, roçando a minha buceta to seu pau, beijando ele naquele estilo hardcore, cadela no cio, logo quem dar o ar da graça batendo continência, ele, meu adorado pau preto lustroso, meus amigos, sentei nele, sentei com vontade, pra gozar com força, então, fiquei aliviada, aquela tensão deu espaço para meu êxtase e gozei, gozei com vontade, peguei minha calcinha, coloquei no bolso dele e disse que era pra ele ficar, pra lembrar de mim mais tarde e fui para minha casa feliz.






