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A CHEGADA (PARTE I)
Depois de muuuuitos anos sem comparecer à uma festa noturna, pensei bem antes de aceitar o convite - confesso.
Conversando com a Paloma Goulart, no entanto, resolvo arriscar e comparecer.
Me arrumo. Escolho um estilo "a lá Civil". Cabelo, feito. Unha, feita. Paloma vem me buscar. Vamos ao metrô.
No caminho, ela me informa que seremos acompanhadas por um forista das antigas.
Chegando ao metrô, fui surpreendida por um rapaz alto, do tipo 'cheinho', e de rosto extremamente familiar. Depois, descobrimos o motivo: já haviamos tabalhado juntos. Fui chefe dele, inclusive kkkkkkkk
Fiquei pensando em como esse mundo dá voltas: há 6 anos atrás, eu era líder dele; agora, ele poderia me pagar por um programa. Como já dizia a história de Joseph Climber: "A vida é uma caixinha de surpresas".
Depois de alguns minutos de viagem e com um atraso considerável, chegamos à festa.
Já na entrada, subimos uma escada e fomos à recepção.
"Boa noite, sejam bem vindas!" - Recepciona o rapaz com boina branca, de expressão simpática. No peito esquerdo, uma plaquinha branca com a seguinte sinalização em caneta colorida: 'Don Ruan'.
Identificamo-nos. Ele abre um sorriso maior do que já tinha no rosto. Nos abraça e oferece uma seleção de chocolatinhos. Pego o branco - meu favorito.
Seguindo em direção à festa, a musica que tocava - que já era alta do lado de fora - começa a tomar mais presença. O ambiente seria mais escuro se não fossem as luzes coloridas que piscavam na pista de dança.
Homens que nunca havia visto, alguns rostos conhecidos, mulheres lindas: tudo compunha aquela festa - que estava apenas começando.
A varanda foi nossa escolha para passar a maior parte da festa, pois tinha espaço ao ar livre e não tinha tanta música. Dava pra sentar e conversar - como fazemos nos bares, entre amigos.
No local, uma moça (mamãe me deu educação) usando apenas uma lingerie amarela e segurando uma garrafa de tequila toma destaque no local. Ela dirige-se à parte mais alta da varanda e começa a incitar as pessoas, como uma espécie de 'animadora de festas'. Fui descobrir depois que o termo certo era "tequileira".
Ela era bonita, corpo estilo mignon, bem magrinha e morena. Com seus cabelos negros, grandes e lisos, não precisava usar nada mesmo pra enfatizar sua beleza corporal, mas acertou em cheio na cor da lingerie: destacou bem a cor da pele. Se ela chegar a ver essa crônica, está aqui os meus parabéns pela escolha.
"Quem quer vir beber um pouco de tequila?" - ela começava a falar.
Imediatamente, alguns homens e rapazes começavam a 'beber' (o termo mais adequado seria 'provar') a tequila na moça. Depois, algumas meninas também fizeram o mesmo.
Passando alguns tempo nesse processo, ela diz "Gente... cadê a animação? Eu vou começar a escolher, hein"
"ELE TÁ QUERENDO IR AI!!!!" - Eu grito apontando para o tal forista antigo que veio com a gente.
"Não não... é ela quem quer! Chama ela também!" - o filho da puta fala apontando pra mim. Minha cara fica vermelha. Quase explode, de vergonha.
Somos direcionados para a parte mais alta da varanda.
Alí era o ponto de partida: a festa começa AGORA.
CONTINUA...
Depois de muuuuitos anos sem comparecer à uma festa noturna, pensei bem antes de aceitar o convite - confesso.
Conversando com a Paloma Goulart, no entanto, resolvo arriscar e comparecer.
Me arrumo. Escolho um estilo "a lá Civil". Cabelo, feito. Unha, feita. Paloma vem me buscar. Vamos ao metrô.
No caminho, ela me informa que seremos acompanhadas por um forista das antigas.
Chegando ao metrô, fui surpreendida por um rapaz alto, do tipo 'cheinho', e de rosto extremamente familiar. Depois, descobrimos o motivo: já haviamos tabalhado juntos. Fui chefe dele, inclusive kkkkkkkk
Fiquei pensando em como esse mundo dá voltas: há 6 anos atrás, eu era líder dele; agora, ele poderia me pagar por um programa. Como já dizia a história de Joseph Climber: "A vida é uma caixinha de surpresas".
Depois de alguns minutos de viagem e com um atraso considerável, chegamos à festa.
Já na entrada, subimos uma escada e fomos à recepção.
"Boa noite, sejam bem vindas!" - Recepciona o rapaz com boina branca, de expressão simpática. No peito esquerdo, uma plaquinha branca com a seguinte sinalização em caneta colorida: 'Don Ruan'.
Identificamo-nos. Ele abre um sorriso maior do que já tinha no rosto. Nos abraça e oferece uma seleção de chocolatinhos. Pego o branco - meu favorito.
Seguindo em direção à festa, a musica que tocava - que já era alta do lado de fora - começa a tomar mais presença. O ambiente seria mais escuro se não fossem as luzes coloridas que piscavam na pista de dança.
Homens que nunca havia visto, alguns rostos conhecidos, mulheres lindas: tudo compunha aquela festa - que estava apenas começando.
A varanda foi nossa escolha para passar a maior parte da festa, pois tinha espaço ao ar livre e não tinha tanta música. Dava pra sentar e conversar - como fazemos nos bares, entre amigos.
No local, uma moça (mamãe me deu educação) usando apenas uma lingerie amarela e segurando uma garrafa de tequila toma destaque no local. Ela dirige-se à parte mais alta da varanda e começa a incitar as pessoas, como uma espécie de 'animadora de festas'. Fui descobrir depois que o termo certo era "tequileira".
Ela era bonita, corpo estilo mignon, bem magrinha e morena. Com seus cabelos negros, grandes e lisos, não precisava usar nada mesmo pra enfatizar sua beleza corporal, mas acertou em cheio na cor da lingerie: destacou bem a cor da pele. Se ela chegar a ver essa crônica, está aqui os meus parabéns pela escolha.
"Quem quer vir beber um pouco de tequila?" - ela começava a falar.
Imediatamente, alguns homens e rapazes começavam a 'beber' (o termo mais adequado seria 'provar') a tequila na moça. Depois, algumas meninas também fizeram o mesmo.
Passando alguns tempo nesse processo, ela diz "Gente... cadê a animação? Eu vou começar a escolher, hein"
"ELE TÁ QUERENDO IR AI!!!!" - Eu grito apontando para o tal forista antigo que veio com a gente.
"Não não... é ela quem quer! Chama ela também!" - o filho da puta fala apontando pra mim. Minha cara fica vermelha. Quase explode, de vergonha.
Somos direcionados para a parte mais alta da varanda.
Alí era o ponto de partida: a festa começa AGORA.
CONTINUA...





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