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Malicia não era a mão que me acariciava e sim os olhos que antes usava pra enxergar e agora só usava pra me enfeitiçar. Os labios que antes emitiam som e palavras sempre inacabadas, agora emitia impecavel e puro sorriso que me mantinha encantada.
Antes que corresse deste como se corresse de um trem, se não o fruto proibido não há de amar alguém. Antes que te torne poesia, devo retirar a mim dessa agua fria, codinome medo que me travava de amar ímpeto. Antes que seus olhos fisgassem os meus, antes que eles se amassem ou namorassem em um janela que apelido era alma, o pecado bonito que me cortejava e de forma inteligente se assanhava, pro meu coraçao que por mais esperto que era, sequer lutou contra a fera, eu sem defesa, ele com cartas na mesa, embrulhou o cristal que batia em meu peito, se retirou de meu vazio leito, cuidando do que pertencia a mim, pois sabia que ninguém cuidaria dele tão bem assim.
Antes que corresse deste como se corresse de um trem, se não o fruto proibido não há de amar alguém. Antes que te torne poesia, devo retirar a mim dessa agua fria, codinome medo que me travava de amar ímpeto. Antes que seus olhos fisgassem os meus, antes que eles se amassem ou namorassem em um janela que apelido era alma, o pecado bonito que me cortejava e de forma inteligente se assanhava, pro meu coraçao que por mais esperto que era, sequer lutou contra a fera, eu sem defesa, ele com cartas na mesa, embrulhou o cristal que batia em meu peito, se retirou de meu vazio leito, cuidando do que pertencia a mim, pois sabia que ninguém cuidaria dele tão bem assim.
