CAFÉ COM AROMA DE MULHER
Disclaimer: Esse será um relato de duas partes, respectivamente dos dois...
CAFÉ COM AROMA DE MULHER
Disclaimer: Esse será um relato de duas partes, respectivamente dos dois duelos ocorridos ao longo da semana.
ROUND 01 - Ocorrido quarta-feira às 16h
Desde a semana anterior com vontade de me atracar com alguém e de preferência devorando um cu sem pena sem pagar os olhos da cara e um pedaço do fígado no processo, lembrei da graciosa e fogosa mineirinha sapeca que atua no Largo do Machado, a Yvy. Nas vezes que ela cruzou comigo em festejos ao vivo desde nosso embate um ano atrás, deixou cristalino o quanto tava com saudade de dar a bunda para mim e, apesar da minha lista com muitas opções, eu sempre mantive a simpática loirinha entre aquelas com quem a reprise era uma questão de tempo, principalmente se rolasse próximo do meu CT, na icônica Zona Norte, perto do Olaria A.C. Contudo, nesse dia eu já estava de prontidão para rumar até a área mais nobre de nossa cidade tropical e o seu OK de haver agenda disponível era o que faltava para eu me dirigir ao seu ginásio.
Na recepção, parecia o Professor Girafales com Dona Florinda, só que numa versão muito mais bela e safada: o portão revelou a gostosa de lingerie vermelha com a xícara de café me convidando para que eu acessasse suas instalações compartilhadas com suas outras parceiras e antes mesmo de qualquer coisa engatamos um prolongado Beijão comigo fechando a entrada em meio ao boca-a-boca com sabor especial da bebida e o aroma de mulher da delícia. Bastou eu terminar de me acomodar no seu cantinho para que voltássemos na trocação oral, agora pra valer sem escalas, com ela subindo no meu colo enquanto eu estava sentado na maca. Cheia de tesão, Yvy saiu brevemente para tirar a sua calcinha para então voltar em cima de mim sarrando a xoxota descoberta no pau ainda guarnecido atrás do pano.
Excitado à milhão, fiquei de pé carregando ela nos meus braços segurando-a pelas pernas enquanto nossas línguas vorazes penetravam mutuamente boca adentro, com rápidas pausas para olharmos nosso clinch pelo espelho. Ao colocá-la no chão, Yvy seguiu descendo para engolir meu pau num boquete de múltiplo repertório com vontade, típico de quem adora chupar uma pica. Lambida e mamada na rola, ora em uma e outra parte do membro, ora pondo tudo dentro em gargantas profundas, a tarada se esbaldou com a vara, batendo e alisando ela na cara com expressão alegre e lasciva no rosto. Em alguns momentos o boquete era interrompido para darmos um Beijão intenso para então voltarmos ao bolagato, até que num dos retornos ao enrosco dos lábios a dama se deitou dando a deixa para o ato seguinte.
Com bastante gosto e dedicação, chupei sua buceta abocanhando o fruto dando a segurada em seu corpo para reforço do prazer e Yvy, através das falas características de
"trem bão", sinalizava a sua curtida com minhas investidas. Minutos depois, a dama reiniciou o oral com pressão de sua boca e algumas punhetadas, levando o garoto ao limite com sua tática, e aparentemente em ponto de bala a luva de borracha foi calçada para que a atentada viesse na sentada, primeiro com sua buceta ultra apertada. E foi isso: pior que Bambam contra Popó, tomei um nocaute relâmpago da diaba loira... literalmente duas sanfonadas e acabou o forró! E eu achando que agora estava preparado para lidar com tamanho aperto após ter treinado para isso sabendo o que esperar pelo enredo no nosso primeiro combate ter sido bem parecido. Porém, não contava com a sua astúcia em também ter subido seu poder de luta para ser capaz de meter mais esse fatality ligeiro.
Seguimos aos beijos e carícias de nossas bocas ao longo dos nossos corpos com um coffee-break no meio na esperança do guerreiro recuperar seu vigor, mas antes que o mesmo pudesse colocar-se de pé com máxima firmeza, a contagem chegou ao fim. A pancada da gozada foi demais para o dito-cujo e a própria capa disponível no momento, uma de posto menor que o ideal, ajudou a atrapalhar o segundo round, pois era só colocar o látex que lá se ia o fôlego do varão, para nossa decepção. Yvy chegou a ter o próximo compromisso cancelado, permitindo a prorrogação se assim eu quisesse, mas além d'eu não estar com margem para isso no dia, senti que não estava em condições de fazê-lo e decidi não insistir. Tendo cantado a jogada de que costuma frequentar a vizinhança de Olaria no final de semana, cujo ginásio é muito maior e mais divertido que o cantinho do Largo, ela deu a deixa para que a revanche ocorresse o mais breve possível, para que os dois cumprissem aquilo que o script tinha determinado para esse fight: uma arrombada sem censura em sua bunda. Só de lembrar do quanto a cachorra xingava e latia dando a rosca para mim no nosso episódio de estreia o pau endurece. Assim esperamos que fique do início ao fim no nosso próximo duelo.
ROUND 02 - Ocorrido sábado às 16h
Determinado a concluir o que ficou inacabado na quarta, consultei Yvy se ela estava nas redondezas do meu CT na Zona Norte e com o positivo da dama e trocas de mensagens aqui e ali acertamos a revanche para o seu mando de campo em Olaria. Para enfrentar o secretão da ppk e cu da loirinha que gera o K.O. relâmpago e ser capaz de voltar caso fosse novamente à lona cedo, tomei as providências cabíveis para o embate: dessensibilizar o varão, aumentar a circulação pélvica com o treino de pernas e alimentação específica e levar uma luva especial para a empreitada, a Jontex lubrificada, que permitiria deslizar fácil nos buracos da delícia. Terminei de resolver os meus assuntos e parti ao local da contenda de bike achando que chegaria atrasado, mas acabou que eu que fiquei no aguardo da dama. Pouco mais de meia hora depois e durante o papo com a senhora que cuida do sobrado onde há a alcova de Yvy, chegou a minha parceira do sabadão, uma gata deslumbrante estilosa num traje de gala, um vestido branco, vinda produzida direto do salão para o seu evento pessoal noturno, distribuindo beijos e sorrisos pelo que viria a seguir.
O protocolo do banho ganhou um tempero mineiro, pois a tarada me convidou para a ducha junto dela e após as agarradas e alisadas no box, saímos para os últimos preparativos para o fight no quarto, uma vez que a dona tava na área, desmotivando a putaria na cozinha igual fizemos ano passado. E quem disse que faria falta: nosso ringue tinha tudo que era preciso para uma trepada de qualidade, a cama de solteiro e um cadeirão. O roteiro planejado por mim deixava claro como imaginei que essa luta seria: menos amorzinho, sem frescura e uma pancadaria hard raiz. Trocamos alguns beijos com entrega dela e a fera partiu para a chupada, contudo, à meu pedido a sessão foi breve, o suficiente para deixar o varão estalando, pois eu tinha uma meta forte e clara para cumprir: foder seu cuzinho. Capa posta e o K-Y para dar aquela ajuda, penetrei os fundos da diaba D4 e soquei sem pudor com tapas em sua bunda mostrando que as minhas estratégias pré-jogo surtiram efeito. Com jeitinho para não bagunçar o trabalho da galera do salão, puxei o cabelo da cachorra que gemia com a arrombada e a dedada na ppk e latia quando chamava-a assim. Ato contínuo, fomos de frango assado e bem assado ficou a rosca dela com a madeirada intensa, com minhas mãos no seu pescoço dando um extra do tesão. Tendo encontrado o ponto fraco de Yvy, pouco depois ela gozou no meu pau tal como afirmou que faria nas prévias de quarta e que por minha causa não rolou, e digo-lhes ser uma cena muito bonita de ver e sentir.
Muito sensível pela intensidade do orgasmo, tivemos que deixar o anel descansar um bocado e seguimos na mesma posição, só que na buceta igualmente apertada, e toma-lhe paulada com enforcada e uns pegas e mamadas nos peitos, meus dedos sendo chupados e beijos quentes trocados. Um tempo depois a safada ficou novamente D4, para reprise dos golpes e trash-talks descritos acima no arregaço do rabo, mas agora um pouco mais soft na xota sem deixar de prender os seus braços na altura da bunda. Com a daminha ainda sentindo os efeitos do ápice, pedi que viesse por cima para melhor conforto e para isso a carreguei nos braços sem tirar de dentro até a poltrona em frente à cama, evitando a reentrada da pica que gerava um forte estímulo pró-gozada. Boa dose de sentadas e um papo durante a meteção foram a tônica dos minutos seguintes, aproveitando a química presente entre nós. Meio de pé e curvada, Yvy subia e descia dando uma bela visão do rabão com a marquinha quicando no garotão.
Resumindo desse ponto até o final por ter sido basicamente um troca-troca entre as posições já citadas com alguns truques novos: na volta ao
roast-chicken style após a sentada, dei uma segurada de seus braços com uma mão, dessa vez acima da sua cabeça, buscando o encaixe simultâneo com a outra na enforcada junto da meteção, alternando com beijos e chupada nos peitos. Daqui partimos para a quicada dela no cadeirão, agora de frente com maior intensidade no bate-coxa, uma vez que Yvy mostrava estar em melhores condições, e por último um PPMM de mãos dadas e dedos entrelaçados, uma pitada romântica para mostrar o quão carinhoso procuro ser enquanto sento a vara fundo buscando o útero. Ainda tentamos voltar com o anal D4 por pretender encerrar o combate gozando dentro dela de bruços, mas estávamos nas últimas e o tempo também, impedindo a empreitada. Restou então ser ordenhado pela loirinha no oral e punheta, dando um pouco do leite na boca e o restante nos seios, naquele skin-care lascivo que as damas adoram.
Trocamos o famoso papo de bastidor e na cozinha a
general-manager do pedaço deixou um banquete à nossa disposição para o lanche da tarde, cheio de pão, doce, chocolate e, claro, o café, do qual me servi para dar a acordada para a pedalada de volta ao meu CT. Com aroma de mulher no corpo, me despedi com muitos beijos da delícia mineira satisfeito com esse sabadão apimentado com o futuro reencontro em aberto, podendo ser em dupla com uma beldade lendária do Castelo da AA37, cuja daminha está de olho. Simpática a sua maneira,
Yvy distribui com seus atributos físicos e sexuais aquilo que o homem tanto deseja, bem-estar e prazer com uma bela parceira tarada ao seu lado.