CENTAURUS - RUA CANNING 44 - IPANEMA - 2267-5941
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    by Ze colmeia » 06/08/2025

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    Esta pode ser uma obra de comédia da vida privada… alerto o leitor que a imaginação as vezes de...
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    Esta pode ser uma obra de comédia da vida privada… alerto o leitor que a imaginação as vezes desenha realidades exageradas… não sei se foi o caso - mas na próxima semana irei conferir e trago o veredito final. Por enquanto POSITIVO.

    Caros amigos, peço indulgência enquanto revelo esta lembrança que arde como brasa: se alguma vez já cruzaram aquelas fronteiras onde moral e desejo se confundem, saberão do que falo.

    Foi na Rua Canning, breve artéria de Ipanema, herdeira do nome de um diplomata inglês e dos ecos libertinos que sobrevivem nas ruas sigilosas.

    Na noite de 1.º de agosto, o coração apertado pela inadimplência do banco imperial e desenganos — e o corpo carente de afago — levou-me a um palacete de fachada sóbria, reverso clandestino de respeito. A taxa de silêncio paga, subi a escada em meia-luz, ouvindo tambores que marcavam o compasso do pecado dentro da boate.

    Lá em cima, encontrei Tifany, feita de luz e sombra. O vestido de malha curto, colado como verniz, deixava livre um decote que descia em vertigem até quase beber o pulso do coração. Quando ela dançava, a barra curta se erguia, denunciando que prometiam firmeza e melodia. A pele, perfumada de jasmim, reluzia sob néon lilás; nas costas, o recorte em gota insinuava a coluna e convidava o olhar — e a imaginação — a descer mais. Nos saltos vertiginosos, seus passos pareciam desenhar faíscas no piso gasto.

    Entre goles de bebida servida por réguas generosas, trocamos sorrisos e frases meio roucas e cada palavra valia como beijo ainda por vir.

    Bastou meia hora de galanteios para que ela me tomasse pela mão, conduziu-me a um quarto envelhecido mas forrado de espelhos, onde a penumbra criava múltiplas versões do desejo. Trancou a porta com um estalo suave, tirou o vestido num deslize único, como seda precipitada. Por baixo, cintilavam alças de renda branca, cinta-liga e meias que abraçavam suas pernas alongadas; na junção entre coxa e nádega, a renda se perdia num relevo que a luz mal alcançava.

    Aproximou-se até meu peito sentir o calor do corpo dela e sussurrou, voz de veludo: “Trouxeste o coração ou apenas o bolso?” Respondi retirando o roupão e o gesto foi pretexto: caímos com mãos, livres, explorando a pele, contornos e atalhos de prazer.

    O ar estagnado tornou-se quente; cada respiração era vapor que se condensava em desejos. Ela pousou os lábios na minha clavícula, depois subiu à orelha, onde a língua deixou rastro úmido e elétrico; minhas mãos mapearam as curvas do dorso, afagando o vale da lombar até os quadris, sentindo a musculatura sob a renda.

    Quando nossas bocas enfim se encontraram, a troca foi intensa, quase febril, e arrancou gemidos que eram notas do corpo de violão. Os corpos se aproximaram até não caber espaço de ar; seus dedos, ágeis, desfizeram carinhos sem pudores, guiando-me na dança salpicada de beijos e carícias rítmicas que dispensam cronologia.

    A cama rangeu em protesto suave e entre suspiros, Tifany arqueou-se como arco tenso, convidando meu toque a percorrer-lhe o ventre, a curva dos seios, o interior dos braços, regiões onde o pulso bate mais ansioso. O calor que emanava de nós tornou-se uma onda única — suor salgado, perfume doce, a textura delicada da renda encontrando minha pele. O ritmo cresceu, alternando lentidão provocante e urgências súbitas, até que o quarto se encheu de pequenos estalos de respiração, palavras inacabadas, gemidos abafados pelo travesseiro e pelo riso ocasional que escapava quando a surpresa do prazer nos surpreendia por outro ângulo.

    Por um instante, ergui o olhar: nos espelhos, havia múltiplos “nós” — reflexos de braços entrelaçados, costas arqueadas, cabelos espalhados como rio dourado sobre o peito. Ali percebi que, além da carne, buscávamos também a própria imagem, a confirmação de sermos ainda desejáveis, apesar das dívidas, das culpas e das horas tardias. E foi nesse diálogo sem voz que chegamos ao auge: contrações de músculos, arfadas quentes, o mundo reduzido a pulsação teimosa e ao ranger final da cama rendida.

    Tifany foi uma surpresa no deserto, disse ser novata, apenas 1 semana na casa (acreditei - não me lembrava dela) jovem de vinte e poucos, altura média que alcançava de salto os 1,75, seios médios com silicones, auréolas rosadas, cintura fina, quadris impressionantes, sem qualquer tatuagem, seus olhos castanhos claros contrastavam com os cabelos claros, quase loiros, bem cuidados e a pele alva.

    Ao fim, abriu o kit e realizou uma massagem das pernas aos braços que me deixou impressionado. Disse que já trabalhou com massagem Naru e me entregou seu número telefônico DDD:43.

    Depois, o silêncio caiu macio sobre nós. A renda branca agora repousava na cabeceira como vela derretida; Tifany, com um sorriso de canto, apoiou a cabeça no meu ombro, e ficamos ouvindo a madrugada devolvendo serenidade à casa — lá longe, o som da boate cessara; talvez cansado, talvez saciado como nós.

    Quando desci a escada e a brisa fresca tocou o suor da nuca, percebi o bolso mais leve, o espírito mais inquieto e o corpo deliciosamente fatigado. Há derrotas que são vitórias disfarçadas — e, se é verdade que homem gosta de bicho-de-pé porque coça sem matar, levo comigo essa coceira doce da lembrança, pronta a arder de novo cada vez que a Rua Canning me chamar pelo nome ou lembrar da Tifany.
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    by c_3000 » 24/08/2025

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    É um daqueles momentos na vida que a natureza quer nos lembrar do putão que somos no fundo. O nom...
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    É um daqueles momentos na vida que a natureza quer nos lembrar do putão que somos no fundo.

    O nome dela é Priscila, tem 22 anos , solteira, por trás dos seus óculos de mulher séria, a vontade de transar é a única atividade que nos conecta a ponto de aliviar nosso libido, por duas noites ainda consigo me perder a ponto de não esquece –la o que me assombra.

    Tenho estado com tesão com mais freqüência, ultimamente me sinto como um cão esperando pra possuir descontroladamente a primeira fêmea que se aproximar demais. A menor brisa faz meus mamilos endurecerem. Nem preciso dizer que meu pinto não gosta de ficar apertado na cueca principalmente com a Priscila geralmente perto de mim. Mas se isso fosse tudo ...

    Estou quase babando pelos bundões empinados das meninas da Centaurus. É como se o destino estivesse me testando para ver se eu conseguiria manter minha sanidade temporária por mais tempo. E o teste estava apenas começando. Eu estava sentado e silencio na minha mesinha bebendo um redbull quando ela entrou. Olhei pra ela e ela devia ter uns bons 1,70m de altura, com cabelo preto e longo e coxas depiladas de dar inveja. Não consegui deixar de encará-la principalmente com aquela roupa de “ginástica” colada no corpo, provavelmente o uniforme permitido da termas no momento. A BONITONA sorri como se quisesse me lembrar de olhá – La nos olhos, o que faço sentindo as bochechas corarem. Porra, que comportamento é esse ? eu me pergunto. Lembro a mim mesmo mas sinto meu corpo brilhar só de ter essa mulher no mesmo ambiente que eu.

    - Você quer um redbull ? <40reais>

    Pergunto a ela, e ela apenas sorri enquanto se aproxima de mim, como se quisesse falar comigo confidencialmente.

    - Bem , não estou bebendo redbull
    - É .. aqui só tenho esse
    - Ah ...

    Isso basta para me recompor.Se recomponha. Pensei. Chega de gagueira! Levanto-me rapidamente e vou em direção ao balcão do bar pegar um drink.

    - Qual drink você prefere ?

    - Bem, devo dizer que prefiro beber um drink tropical (gin+redbull ) na suíte e deixar cair sobre os mamilos para te deixar excitado. <80reais>

    O mais rápido que posso, tento cruzar os braços.Sinto como se estivesse sendo escolhido. E por que ela está falando de mamilos ? E agora ela está sorrindo, safada. Ela está ,e procurando. E só quando acho que posso resistir, ela se aproxima de mim, mas apenas para pegar umcopo perto de mim, e a sensação da mão dela roçando no meu pinto me queima ao mesmo tempo em que seu cheiro percorre minhas narinas. O cheiro do perfume dela não é enjoativo, pelo contrário, e isso não ajuda ...

    - Seus mamilos ficam duros quando está excitada ?

    Essa frase, com o rosto dela tão perto do meu, tem um efeito que não consigo controlar. Eu deveria fugir, mas como, quando tudo o que eu quero fazer é implorar para enfiar meu pinto na sua boca! Mas ela não responde e meus olhos arregalados como os de um coelho assustado. E colocando as palavras em ação, eu agarro um dos seus mamilos com a ponta dos dedos sobre o tecido, e seu corpo se solta, soltando um gemido gostoso que me faz sorrir.

    - Vejo que gostamos de ser tocados por estranhos em um balcão onde qualquer um pode entrar a qualquer hora, hein? Sua safada.

    Enquanto eu digo essas palavras que incendeiam nosso libido. Ela agarra meu pinto com a mão inteira, apertando e massageando. Fecho os olhos para desfrutar daquelas caricias das quais tanto sinto falta. Mas de repente ela tira as mãos e eu abro os olhos para entender.Quero que ela me toque, então aceno com a cabeça como o cão que a natureza me criou para ser. Ela então então agarra meu pinto com força, e sinto a dor irradiar para lá enquanto ela me puxa para mais perto. Por algum motivo,o jeito como ela me toca me excita ainda mais. Ela finalmente solta meu pinto e me beija.

    - Aaaaah .. Eu quero ser fodida , por favor, eu quero seu pau.

    Vamos pra suíte , Ela se encontra de joelhos na minha frente. E sem esperar que eu me mova em sua direção, ela empurra meu pinto pela sua garganta até o cabo, e eu agarrar seus cabelos para não vacilar. Ela mantém seu rosto pressionado contra meus pelos pubianos, seu queixo em minhas bolas, por alguns segundos, depois se solta, e ela tosse.

    - O que foi isso ?
    - Você não gostou ?

    E a pergunta me pega de surpresa, porque me afetou. Ms ela não me dá tempo de responder e se levanta. Quando ela está prestes a sair, peço para ela continuar como um ninfomaníaco desesperado.Ela acaricia meu pinto de cima pra baixo antes de saborea-lo com seus lábios. Sua língua percorre minha cabeça. E agarrando minhas bolas e massageando-as suavemente, Ela começa a mover sua boca pra frente e pra trás, e eu começo a gemer baixinho antes agarrar novamente seus cabelos delicadamente com as duas mãos. E com isso , eu começo a foder sua boca com todo o vigor. E eu gosto. Aviso que vou gozar e ela tira a boca na hora despejando meu sêmen no chão. Limpo meu pinto e coloco a cueca.

    - Não por favor .. me fode, por favor
    - Este é o teu castigo. Já acabou o tempo. Se quiser que eu volte e enfie meu pinto na sua boceta vai ter que concordar em se comportar comigo como uma cachorra submissa que você é lá no fundo. Eu sei que depois dessa programa especial, você vai se tocar como uma linda safada que você é.

    E depois deste discurso que eu a deixei sem palavras, simplesmente agarrei seu mamilo uma ultima vez antes de lhe dar um tapinha e ir embora.
    Everything in this world is magic, except for the magician
    24II**
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    by c_3000 » Yesterday

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    Não imagine a Thais Miss Mundo quando falo de charme, mesmo sendo uma jovem bonita, mas estou me re...
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    Não imagine a Thais Miss Mundo quando falo de charme, mesmo sendo uma jovem bonita, mas estou me referindo ao que exalamos, a essa atração às vezes incompreensível que deixa a outra pessoa de pernas para o ar. Thais tem 28 anos, um rosto bonito, alta, tem cabelo castanho-escuro penteado em estilo pixie ( desgrenhado e espetado) e tem uma figura esguia e atlética, ligada às suas atividades, sem mencionar o fato de que, como prostituta, ela tem uma certa noção da alma humana através de todas as confidencias ouvidas.

    Eu estava discretamente ocupado bebendo uma cervejinha ao lado de outro cliente que passava o tempo se queixando da família, e me limitei a responder com um “ah , serio, não é possível” e um apropriado “ é trágico”. Enfim, tudo isso para dizer que, eventualmente, eu poderia compartimentar meu cérebro dedicando a conversa e o restante focado casualmente na menina que acabara de entrar. Thais vinha no segundo horário da casa que era entre 20h e 02h e eu já havia entendido há muito tempo que o salão da centaurus era o lugar dela de respirar, longe de um cliente mal escolhido e do arquétipo do machão básico. Mas ela também tem aquela “coisa” indefinível chamada charme.

    Comecei a enviar pequenas mensagens não verbais para Thais e achei suas reações recentes muito encorajadoras. Sentada, ela parece perfeitamente normal, mas vejo seu dedo mindinho direito tremendo quase ao mesmo tempo em que o pé esquerdo, sinais de sua tensão interior. Então sinto um prazer malicioso em me mover diante dela. Além disso, suas pernas se esfregam uma na outra, um gesto inconsciente que tenciona sua feminilidade. Pego outra cervejinha e convido a Thais a se sentar no meu lado. Ela se senta rapidamente e eu sinto a tensão, mal tocando seus braços, mas o suficiente para fazê-la vibrar. Ela começa a falar. Respondo com florilégio de duplo sentido, mas meu ar inocente a perturba ainda mais. Ouvi-la responder com uma voz um pouco tensa .. Hmm , meu pau está ficando cada vez mais duro neste jogo de gato e rato. Esbarro nela cada vez mais, testando suas reações.

    E então , finalmente , acontece o que eu espero o leve movimento do seu ombro direito, a dobra do tecido se movendo suave, mas firmemente , a aceleração do batimento da veia em seu pescoço que eu gentilmente acaricio com meus dedos; meus dedos que estão em seu pescoço para “prender seu cabelo para trás”.

    - Eu senti seu cheiro, gostaria de prová-lo.

    Entramos na suíte no terceiro piso, são mais discretas. Eu a observo, ela de pernas abertas na cama larga, numa postura imodesta, quase obsena, no ambiente silencioso bem diferente do barulho do salão da centaurus. Ela se toca, e com um gesto eu lhe digo para estender a mão, eu agarro seus dedos para chupa –los ostensivamente. Ela abaixa a calcinha, ela se toca mais rápido agora e me oferece seus dedos, desta vez , coloco a língua pra fora e lambo seus dedos e a palma da mão, atordoando-me com seu sabor e oferecendo-lhe uma imagem marcante. Ela tenta desabotoar o sutiã, mas eu aceno que não e ela simplesmente tiro os seios por cima, revelando suas aréolas rosa-escuro e firmes. Observo-a com um pequeno sorriso, a mão acariciando o clitóris a outra beliscando um mamilo. Meu pau está duro vendo essa mulher talentosa na cama. Nossos olhares se encontraram, mostro minha mão direita, abaixo-a lentamente e paro logo acima de sua buceta. Sorrio pra ela e enfio meus dedos dentro dela. E meu polegar em seus clitóris. Ah, como eu adoro masturbar uma mulher quando ela se deixa levar assim! Seu corpo fica tenso, suas nádegas não tocam mais o lençol, ela baba, a mão esquerda aperta o mamilo endurecido, e quando eu esfrego seu clitóris, ela goza com um grito silencioso.Deixei o silencio se instalar, sua aparência um pouco depravada, calcinha molhada abaixada, seios sobre o bojo, caramba, é excitante !

    Agora é a hora de selar o acordo de prazer e, ela lambe meu pau , coloco a camisinha e eu me inclino e enfio tudinho na sua buceta. Nesse PPMM selvagem até eu gozar também antes de me afastar e deixá-la recuperar o fôlego. Ela se veste um pouco desajeitadamente e antes de sair, eu limpo os cantos da sua boca com um papel toalha, ajeito sua roupa e digo:

    - Amanhã de noite às 21h;

    Eu a agradeço, satisfeito, e então saio da suíte, com o olhos ainda brilhando de prazer.
    Everything in this world is magic, except for the magician
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